Phyllis Buckley Shelton nasceu em 1934, e aos 20 anos participava de um concurso de beleza local, quando um agente de talentos lhe fez um convite inusitado. Ela teria que pintar os cabelos castanhos de preto, e usar lentes de contato violeta.
Shelton foi levada a Hollywood, para ser dublê da estrela Elizabeth Taylor. E logo após sair do camarim, onde recebeu a transformação, confundiu a atriz Shirley MacLaine, que achou estar cumprimentando Taylor.
Elizabeth Taylor e Phylis Shelton
Shelton trabalhou nos filmes Gata em Teto de Zinco Quente (Cat on a Hot Tin Roof, 1958), De Repente no Último Verão (Suddlenly, Last Summer, 1959), Disque Butterfild 8 (Butterfield 8, 1960) e no icônico Cleópatra (Cleopatra, 1963).
Nem todos os filmes exigiam cenas perigosas onde um dublê se fazia necessário, e Phyllis era contratada muitas vezes para gravar algumas cenas durante a ausência de Taylor, que ao longo da vida teve uma saúde frágil, e precisou se afastar por estar adoentada.
E quando Phyllis se casou, Elizabeth Taylor lhe entregou as chaves de sua casa em Puerto Vallarta, para que sua dublê passasse a lua de mel. A mansão era um refugio de férias da estrela com o marido Richard Burton.
A casa de Elizabeth Taylor em Puerto Vallarta, que hoje é um hotel
O último trabalho de Phyllis Shelton como dublê de Taylor foi em Os Pecados de Todos Nós (Reflections in a Golden Eye, 1967). Depois, ela afastou-se da vida artística, e passou a trabalhar como corretora de imóveis.
Phyllis Shelton em Os Pecados de Todos Nós
Elizabeth Taylor em Os Pecados de Todos Nós
Phyllis Shelton é avó do ator Connor Buckley.
Phyllis Shelton atualmente
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