Morre a atriz Berta Zemel


A atriz, diretora e tradutora brasileira Berta Zemel faleceu no dia 25 de fevereiro, aos 86 anos de idade. A morte da atriz foi informada nas redes sociais por seus antigos alunos de teatro, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.


Berta Zemelmacher nasceu em São Paulo, em 06 de agosto de 1934. Filha de imigrantes poloneses que vieram ao Brasil em 1933, fugindo da ascensão do nazismo, Berta teve uma infância humilde. Ela trabalhou como secretária e datilógrafa antes de ingressar no Teatro, nos palcos do TBC. Foi o ator Sérgio Cardoso quem a orientou adotar o nome artístico Zemel, mais sonoro que seu sobrenome original. Berta também estudou na Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo (EAD/USP), e começou a atuar nos palcos profissionalmente na segunda metade da década de 1950. Ao longo dos anos, se tornou uma das atrizes mais respeitadas e premiadas do teatro brasileiro. Foi também nos palcos que ela conheceu o ator Wolney de Assis, com quem se casou.

Berta Zemel e Wolney de Assis

Na década de 1950 também, ingressou na televisão, atuando em diversos teleteatros da TV Tupi. Berta fez pouca televisão, mas teve uma participação marcante na teledramaturgia brasileira, principalmente como a protagonista da novela Vitoria Bonelli (1972), também na Tupi.


Fernanda Montenegro e Berta Zemel no Grande Teatro Tupi



Na Tupi ela também atuou em O Ébrio (1965), O Apostolo de Judas (1976) e Gaivotas (1979). Na Bandeirantes atuou em Renúncia (1982) e no SBT fez Jogo do Amor (1985). Ela ainda fez uma participação em Malhação (em 1997) e despediu-se das novelas com Água na Boca (2008), na Bandeirantes.

Márcia Maria, Jonas Mello e Berta Zemel em O Apóstolo de Judas

No cinema, atuou em O Quarto (1968), Que Estranha Forma de Amar (1977), Diário da Província (1978), Desmundo (2002), O Casamento de Romeu e Julieta (2005), A Casa de Alice (2007), Fronteiras (2008), O Imaginante Quarto da Vovó (Curta, 2009), Senhoras (Curta, 2010), e Onde Você Vai? (Curta, 2010).


Berta Zemel em A Casa de Alice

Berta Zemel em Fronteira






Morre o fisiculturista e ator Reg Lewis



Morreu no dia 13 de fevereiro o fisiculturista e ator Reg Lewis, aos 85 anos de idade. Lewis foi um dos muitos fortões que atuaram nos filmes sandálias e espadas (peplum) europeus, e viveu o lendário personagem Maciste nas telas cinematográficas. Ele também foi um dos rapazes musculosos transformados em artistas pelas mãos da lendária Mae West. O ator morreu poucos dias depois de seu aniversário, e sua morte foi anunciada pelo pesquisador Mike Barnum, que havia entrevistado Reg Lewis há pouco tempo. Barnun, entretanto, não divulgou a causa da morte.



Reginald Bernie Lewis nasceu em Niles, Califórnia, em 23 de janeiro de 1936. Ele começou a praticar fisiculturismo na pré-adolescência, em aos 17 anos já conquistou seu primeiro título (Junior Mr. Olympics). Ao longo dos anos, ele venceu diversos concursos importantes, como Mr. Olympics (1956), Mr. Universe (1957), Mr. America (1963) e Mr. America Over Forty (1983), quando tinha 47 anos de idade.

Em 1970 ele perdeu o título de Mr. Olympia para o novato Arnold Schwarzenegger, que tinha em Lewis um modelo de inspiração (entre outros fisiculturistas).

Reg Lewis, Arnold Schwarzenegger e Sergio Oliva, em 1970

Bonito e com um físico incomparável, Lewis fazia sucesso nas revistas dedicadas a musculação, muito populares na década de 1950. Ele também começou a ser convidado para participar de programas de televisão, e em 1954 foi convidado por Mae West para participar de seus shows, realizados em boates e casas de espetáculos. Com West, Lewis dividia o show com outros fisiculturistas como Mickey Hargitay (pai de Mariska Hargitay), Gordon Mitchel e Dan Vadis. Todos também trabalhariam posteriormente no cinema.

Ed Fury, Mae West e Reg Lewis

Em 1962 ele tentou, como outros fisiculturistas, repetir o sucesso de Steve Reeves no cinema. Reg Lewis foi protagonista do italiano Maciste Contra Os Monstros (Maciste Contro i Monstri, 1962). O personagem Maciste foi rebatizado como Maxus, nas exibições nos Estados Unidos.


Sua carreira no cinema não foi muito prolifica, limitada a papéis de homens fortes em poucos filmes. Ele esteve em Um Gênio Entrou Lá Em Casa (The Brass Bottle, 1964), filme com Barbara Eden e Kamala Devi, que deu origem a série Jeannie É Um Gênio (leia mais sobre este filme aqui).

Em 1967, junto com o fisiculturista David Draper, interpretou um dos fortões em Um Gênio Entrou Lá em Casa (The Brass Bottle, 1964), filme estrelado por Tony Curtis, Claudia Cardinale e Sharon Tate.

Reg Lewis, David Draper e Sharon Tate em Não Faça Ondas

Lewis só faria mais um filme, Sextette - A Grande Estrela (Sextette, 1977), último trabalho de Mae West no cinema. Depois, continuou dedicando-se ao fisiculturismo, até se aposentar.


Mae West e Reg Lewis em Sextette - A Grande Estrela

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Por Onde Anda? A atriz Vera Manhães, a mãe de Camila Pitanga


Vera Lúcia Manhães nasceu em São Paulo, em 22 de fevereiro de 1950. Ela é atriz, cantora, bailarina e modelo brasileira, que chegou a desfilar pela marca Pierre Cardin. Casada com o ator Antônio Pitanga, ela é mãe dos atores Camila e Rocco Pitanga.



Vera era formada em dança, e foi como bailarina que começou a ganhar destaque. Ela também era instrutora de dança, e teve entre suas alunas a atriz Regina Duarte.

Regina Duarte, Vera Fisher e Vera Manhães

Em 1970 ela estreou no cinema, interpretando a personagem Paula em A Morninha (1970), estrelado por Sônia Braga e David Cardoso. Em seguida atuou no filme O Barão Otelo no Barato dos Bilhões (1971).

Vera também foi estrela da revista Tem Piranha na Lagoa (1971), que tentava ressuscitar o charme do teatro de revista de outrora.

Vera Manhães em A Moreninha

A Rede Globo a convidou para atuar na novela O Cafona (1971). Na emissora, ela emendou trabalhos, atuando em Bandeira 2 (1971), e O Bofe (1973). Depois foi para a TV Tupi, onde atuou em Jerônimo, o Herói do Sertão (1973), e retornou a Globo onde ainda fez O Espigão (1974).

Osmar Prado e Vera Manhães em O Cafona

Ao mesmo tempo ela brilhava no cinema, atuando em filmes como Quando o Carnaval Chegar (1972), O Sereno Desespero (1973) e nas produções francesas A Nudez de Alexandra (Un Animal Doué de Déraison, 1975) e Interprete Mais, Ganhe Mais (Jouez Encore, Payez Encore, 1975), ambas rodadas no Brasil. Nos palcos, participou dos espetáculos Show Unidos do Pujol (1974) e O Rio Amanheceu Cantando (1975).

Vera Manhães, Antônio Pitanga e Maria Betânia em Quando o Carnaval Chegar

Vera Manhães, Sônia Braga e Leila Diniz

Em 1975 a Rede Globo começou a produzir a novela Gabriela (1975), um dos maiores sucessos da teledramaturgia brasileira. A primeira atriz cotada para viver a protagonista de Jorge Amado foi Ana Maria Magalhães. Foi falado também os nomes de Bete Mendes, Beth Farias, Aizita Nascimento, Marina Montini e Eliana Pittman, quando enfim foi sugerido o nome de Vera Manhães, que já era anunciada como a estrela da nova novela.

Porém o todo poderoso da Globo na época, Boni, recusou veemente a atriz, dizendo que ela não tinha o tipo físico nem talento para o papel. Sônia Braga acabou ficando com o papel, que se tornou um marco em sua carreira. A escolha de Braga causou um grande desconforto, porque muitos viram nisso uma tentativa de embranquecimento da personagem (que aconteceria em outras histórias de Jorge Amado adaptadas pro cinema e pra televisão).


Em maio de 1975 Vera Manhães deu uma entrevista para a Revista Amiga, falando sobre ser rejeitada para o papel de Gabriela

"Por que não fui Gabriela? Acho que essa pergunta não deve ser feita a mim, mas sim à direção da Globo. Acho Sônia uma excelente atriz e na certa ela conseguirá levar o papel muito bem. O negócio é com a direção. Afinal, de todas as novelas de que participei, sempre fiz papel da empregadinha (O Cafona, Bandeira 2, O Bofe e alguns especiais). Não que eu tenha pretensões de ser uma grande estrela, não. Quero apenas ter as mesmas oportunidades que outras atrizes tiveram. A verdade todo mundo enxerga, menos a direção da Globo."

Com seu namorado Antônio Pitanga, a atriz voltou para a Tupi, onde atuou na novela Ovelha Negra (1975). Eles se casaram no ano seguinte, e tiveram dois filhos, Camila Pitanga (nascida em 1977) e Rocco Pitanga (1980).


Vera Manhães e Antônio Pitanga em Ovelha Negra

Antônio Pitanga, Camila Pitanga e Vera Manhães

Vera Manhães e Camila Pitanga

Vera Manhães e Camila Pitanga

Os convites para trabalhar foram diminuindo cada vez mais. A atriz fez participações no programa Os Trapalhões e nas novelas Marron Glacê (1979-1980), O Homem Proibido (1982) e em Roque Santeiro (1985). Em 1986 ela e Antônio Pitanga se separaram, e sem condições financeiras para sustentar os filhos, ela entregou a guarda das crianças para o pai. Mas nunca afastou-se de Camila e Rocco, mantendo contato constante com eles.

Decepcionada com os papéis que lhe ofereciam, de empregadas domésticas ou mulatas sensuais objetos de desejo, ela abandonou a carreira. Além disto, tinha uma grande mágoa por ter sido preterida em Gabriela, novela que abriu as portas para o sucesso (inclusive internacional) de Sônia Braga.

Com problemas psicológicos, Vera Manhães necessitou de longos anos de tratamento psiquiátrico a base de antidepressivos e ansiolíticos. Atualmente ela mora em Maricá, no Rio de Janeiro. A casa onde a atriz reside foi presente da filha Camila Pitanga.

Camila Pitanga e a mãe Vera Manhães

Vera Lúcia Manhães com a filha Camila Pitanga e a neta


Nara Leão e Vera Manhães

Vera Manhães em capa de revista

Marni Nixon, a cantora desconhecida dona da voz mais famosa de Hollywood


Em Cantando Na Chuva (Singin' in the Rain, 1952), Debbie Reynolds vive uma talentosa aspirante ao estrelato, que acaba sendo contratada para dublar uma grande estrela de cinema (papel de Jean Hagen), que não possuiu uma bela voz. A prática de contratar cantores para emprestar a voz para os astros dos musicais era muito comum, e manteve no anonimato grandes artistas vocais, como India Adams, Betty Wand, Bill Lee e Annette Warren.

Cantando na Chuva

A prática ainda é utilizada nos dias de hoje, o cantor Drew Seeley dublou Zac Effron nos filmes High School Musical, por exemplo. Em tempo, Em Cantando na Chuva, em alguns números musicais de Debbie Reynolds, na verdade estamos ouvindo a voz de Betty Noyes.

Marni Nixon é outra da lista das chamadas ghost singers (cantoras fantasmas), e talvez seja a mais famosa delas. Até o cinéfilo mais dedicado pode nunca ter ouvido falarem seu nome, mas com certeza já ouviu sua voz em alguns dos maiores clássicos do cinema. Marni dublou nomes como Natalie Wood, Audrey Hepburn, Marilyn Monroe e Deborah Kerr, entre outras.

Marnie Nixon

Margaret Nixon McEathon nasceu em Altadena, Califórnia. Ela começou a cantar ainda criança, ao lado das irmãs, e quando tinha 14 anos ingressou no coral do Los Angeles Concert Youth, que também tinha a futura cantora lírica Marilyn Horne como membro (Marilyn dublaria Dorothy Dandridge em Carmen Jones, anos mais tarde).

Aos 12 anos ela havia trabalhado no cinema, fazendo figurações nos filmes Mocidade do Barulho (Born to Sing, 1942) e The Bashful Bachelor (1942). Marni não foi creditada por estes trabalhos, aliás, ela raramente seria creditada em seus trabalhos ao longo de sua carreira.

Ela aprofundou seus estudos de canto, estudando ópera, e fez sua estreia no canto lírico cantando Carmina Burana no Hollywood Bowl, em 1947.

Em 1948 ela fez seu primeiro trabalho vocal em Hollywood, fazendo o canto dos anjos ouvido por Ingrid Bergman em Joana D'Arc (Joan of Arc, 1948). No ano seguinte, dublou as cenas de canto de Margaret O'Brien em O Jardim Encantado (The Secret Garden, 1949).


Na Disney, vocalizou alguns números musicais de Cinderela (Cinderella, 1950) e Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 1951), e posteriormente foi contratada para dublar Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Louras (Gentlemen Prefer Blondes, 1953). Na verdade, Marilyn era uma boa cantora, e Marni apenas dublou as notas mais altas que Marilyn não conseguia alcançar.

Em 1956 Marni foi contratada para cantar os números musicais de Deborah Kerr em O Rei e Eu (The King and I, 1956). A Fox fez a cantora assinar um contrato se comprometendo a nunca revelar que a voz ouvida era dela na verdade, sob pena de processos e ameaças de nunca mais trabalhar na indústria cinematográfica.

Marni também dublaria Kerr em seu filme seguinte, Tarde Demais Para Esquecer (An Affair to Remember, 1957). Porém, após o sucesso de O Rei e Eu, Deborah Kerr ficou indignada pela cantora não receber créditos por seu trabalho, e passou a declarar em todas as entrevistas que não era cantora, e a voz ouvida pelos fãs era na verdade de Marni Nixon.

Kerr fazia questão de que a cantora aparecesse, e deu muitas entrevistas ao seu lado.

Deborah Kerr e Marni Nixon

Natalie Wood não teve a mesma postura que Kerr, e ficou magoada ao ser dublada por Marni Nixon em Amor, Sublime Amor (West Side Story, 1961). Natalie havia praticado o canto, e achou que Nixon dublaria apenas suas notas mais altas, mas na verdade a voz da atriz não foi aproveitada nos números musicais, sendo a voz de Nixon que ouvimos em todo o filme (inclusive em algumas falas de Natalie, que precisaram ser redubladas).

Rita Moreno também não usou sua voz original, e Betty Wand acabou gravando seus números musicais. Mas com o filme quase pronto, Wand adoeceu, e Nixon chegou a fazer também alguns números da personagem de Moreno.

O sucesso de vendas da trilha sonora de Amor, Sublime Amor, dizendo ser Natalie Wood a cantora do filme, começou a deixar Marni Nixon deprimida com os rumos de sua carreira.

Voz Original de Natalie Wood em Amor, Sublime Amor


Voz de Marni Nixon na edição final de Amor, Sublime Amor


O mesmo ocorreu com Audrey Hepburn, que não gostou de ver as canções que havia gravado serem recusadas em Minha Bela Dama (My Fair Lady, 1964). A situação com Audrey foi ainda pior, pois a atriz não sabia que seria dublada, nem mesmo em algumas notas. Alguns pesquisadores acreditam que o fato de o filme não usar a voz original de Audrey custaram a não indicação ao Oscar por este trabalho.

Voz original de Audrey Hepburn


Voz de Marni Nixon na edição final de Minha Bela Dama


Marni nunca dublou Julie Andrews, mas também teve sua carreira ligada ao da estrela. O primeiro contato foi quando ela dublou um dos gansos animados em Mary Poppins (Idem, 1964), filme estrelado por Andrews. Ela também cantou em um disquinho de histórias infantis lançado pela Disney, que não quis pagar um novo cachê de Andrews para repetir a gravação.

Os Gansos de Mary Poppins

Disco de Mary Poppins, gravado por Marni Nixon

Marni chegou a fazer teste para dublar Julie Andrews e Charmian Carr em A Noviça Rebelde (The Soud of Music, 1965), mas apesar de ter gravado as canções bases, este material não foi usado. A edição final usou a voz original de Julie Andrews e Charmian Carr foi dublada nos números musicais por por sua irmã, Darleen Carr.


Apesar de suas gravações não terem sido usadas, Marni Nixon conseguiu um papel em A Noviça Rebelde, interpretando a freira Sophia, um das raras vezes que apareceu como artista em frente as câmeras.

Marni Nixon em A Noviça Rebelde


Com o declínio do gênero dos musicais, Marni ficou sem trabalho em Hollywood. Ela ainda dublou Viveca Lindfords em uma cena de canto na série Bonanza, em 1965 e dublou a Princesa Serena, a Harpa Mágica da animação Jack e os Feijões Mágicos (Jack and the Beanstalk, 1967), que  foi exibida algumas vezes na Sessão da Tarde, na década de 1980.


Marni passou a trabalhar na Broadway, onde chegou interpretar Eliza Dolittle em Minha Bela Dama. Também fez a Fraulein Schneider na versão teatral de Cabaret. Ela começou a gravar discos usando seu próprio nome e fez turnês acompanhada pelo pianista Liberace.

Marni Nixon em Minha Bela Dama



Liberace e Marni Nixon

Entre 1975 e 1980 ela apresentou um programa infantil com marionetes, chamado Boomerang, produzido por uma televisão local de Seattle. Marni também cantava na atração.

Marni Nixon em Boomerang

Foi na década de 1980, com a explosão das vendas e locações de VHS que o nome de Marni Nixon começou a aparecer como a cantora dos grandes clássicos musicais, devido a busca pela cantora para recolher os direitos autorais.

Marni atuou ainda, desta vez em frente as câmeras no telefime Taking My Turn (1984) e apareceu como atriz na comédia Acho Que Sou (I Think I Do, 1997), e com seu nome dublou a animação Mulan (Idem, 1998), onde fez as cenas de canto da Avó Fa.

As falas de Avó Fa foram dubladas por June Foray.


Avó Fa

Sua última participação na televisão foi em um episódio da série Lei & Ordem (Law & Order), em 2001. Em 2003 ela retornou a Broadway, interpretando a mãe do personagem Guido em Nine. E em 2007 voltou a trabalhar em Minha Bela Dama, desta vez como a mãe do professor Higgins. Ela também fez diversas apresentações com o show Marni Nixon, The Voice of Hollywood.


Nixon casou-se três vezes, tendo os seus dois primeiros casamentos terminados em divórcio.

De seu primeiro casamento, com o compositor de bandas sonoras Ernest Gold (que compôs a música-tema do filme Exodus, de 1960), ela teve três filhos, sendo um deles o cantor e compositor Andrew Gold, que faleceu em 2011 aos 59 anos. O casamento, que durou 19 anos, terminou em divórcio em 1969. Melanie Gold, outra filha do casal, também é atriz e cantora.

Em 1971, Nixon casou-se com Lajos Frederick Fenster, mas, passados quatro anos, a união também terminou em divórcio, em 1975.

Seu terceiro e último casamento ocorreu em 1983, com Albert Block, de quem ficou viúva em 2015, após 32 anos de união. Marni Nixon morreu vítima de câncer de mama em 24 de julho de 2016, aos 86 anos de idade.







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