Ator João Acaibe morre vítima da Covid-19


O ator João Acaibe morreu na noite de 31 de março, aos 76 anos de idade. Ele estava internado devido a complicações da Covid-19, e sua morte foi divulgada por parentes em sua rede social.




João Batista Acaibe nasceu em Espírito Santo do Pinhal em 14 de maio de 1944. Trabalhou como ator, locutor, radialista, contador de histórias e dublador. Acaibe começou a sua carreira como locutor, e formou-se em teatro pela Escola de Arte Dramática de São Paulo. No teatro, protagonizou Jesus Homem, de Plínio Marcos, onde interpretava um Cristo Negro.


Jesus Homem


Ele estreou na televisão atuando nas novelas da TV Tupi, onde fez A Viagem (1975), O Profeta (1977), Cinderela 77 (1977), Salário Mínimo (1978) e Gaivotas (1978).

Na TV também atuou em diversas outras emissoras, mas ficou marcado por seus trabalhos dedicados ao público infantil, como no programa Bambalalão, na TV Cultura, e como o Tio Barnabé no Sítio do Pica Pau Amarelo (2001-2006) e como o chef Chico, o cozinheiro da segunda versão de Chiquititas (2013-2015). Gésio Amadeu, que interpretou o Chico na primeira versão, também morreu de Covid, em agosto de 2020.






No cinema, Acaibe atuou em mais de 20 filmes, destacando-se em Elas São do Baralho (1977), que marcou sua estreia no cinema, e filmes como Eles Não Usam Black-Tie (1981), Chico Rei (1986), Cronicamente Inviável (2000), Casa de Areia (2005), Família Vende Tudo (2011) e M8: Quando a Morte Socorre a Vida (2020), seu último trabalho no cinema.



João Acaibe em Chico Rei


Em 1986 ele ganhou o Kikito de Melhor Ator no Festival de Cinema de Gramado, pelo filme O Dia em Que Dorival Encarou a Guarda (1986), de Jorge Furtado e José Pedro Goulart.


João Acaibe em O Dia em Que Dorival Encarou a Guarda


Veja também: Raul Gil já foi ator


Curta nossa página no Facebook
Se inscreva no nosso canal do Youtube
Siga também nosso Instagram

Morre Lafayette, o rei dos teclados da Jovem Guarda


O músico Lafayette Coelho, que com seus teclados ajudou a imprimir a identidade da Jovem Guarda faleceu aos 79 anos de idade. O músico estava internado no Rio de Janeiro com pneumonia, e sua morte foi confirmada por sua esposa, a cantora Dina Lúcia, através das redes sociais.

Em fevereiro o artista havia sido internado, após fraturar o fêmur. Com uma saúde debilitada, ele também fazia sessões regulares de hemodiálise.


O pianista e tecladista carioca Lafayette Coelho Varges Limp nasceu em 11 de março de 1943, e participou da gravação de mais de 50 discos no período conhecido como Jovem Guarda, acompanhando astros como Roberto Carlos, Wanderléa, Erasmo Carlos, Sérgio Reis e Golden Boys

Basta ouvir as gravações originais das músicas Quero que vá tudo pro inferno hino da Jovem Guarda que consolidou definitivamente a carreira então ascendente de Roberto Carlos – e Coração de papel  de Sérgio Reis, 1966) para perceber a marca do órgão de Lafayette nos discos da Jovem Guarda lançados a partir de 1965.




Lafayette participou ativamente dos arranjos musicais dos filmes de Roberto Carlos, e chegou a aparecer em um número musical do filme Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1967).


A sonoridade do órgão do tecladista era tão marcante que, após álbum inicial dedicado em 1965 à mulher Dina Lúcia, o artista começou a gravar a série de discos Lafayette e os sucessos, com abordagens instrumentais de hits da época. A série rendeu 20 volumes editados de 1966 a 1978 pela gravadora CBS, na qual Lafayette permaneceu até 1980, até ser dispensado e ter que gravar em companhias fonográficas de menor peso no mercado, como as já extintas Copacabana e Continental



Lafayette e Seu Conjunto também animaram diversos bailes nesta época. Mesmo com menor regularidade, Lafayette gravou discos até o fim da década de 1980, amargando nos anos 1990 um período de menor visibilidade que somente seria encerrado quando, nos anos 2000, músicos cariocas da nova geração pop – fãs assumidos da Jovem Guarda – reabilitaram o organista com a criação em 2004 de grupo, Lafayette e os Tremendões, centrado na figura do tecladista.





Josh Saviano, o Paul de Anos Incríveis, Completa 46 Anos de Idade


Josh Saviano ficou famoso como o Paul Pffeifer, o melhor amigo de Kevin Arnold (Fred Savage) na bonita série Anos Incríveis (The Wonder Years, 1988-1993). No Brasil, a série encantou uma geração quando exibida na TV Cultura.


Josh Saviano, Fred Savage e Danica McKellar em Anos Incríveis



Joshua David Saviano nasceu em Nova York, em 31 de março de 1976. Filho de um consultor financeiro, ele começou a fazer a publicidade na infância, atuando em um comercial de pasta de dentes.

Aos nove anos de idade ele estreou no cinema atuando na comédia Chutando o Pau da Barraca (The Wrong Guys, 1988). Pouco tempo depois ele foi escalado para viver o nerd meio desengonçado Paul Pffeifer em Anos Incríveis (The Wonder Years, 1988-1993).

A série fez muito sucesso, e rendeu a Saviano duas indicações ao Yong Artist, um prêmio dedicado a atores mirins.



Paul, o personagem de Josh Saviano, serviu de inspiração para a criação do personagem Milhouse Van Houtten de Os Simpson (The Simpsons), programa que foi criado em 1989.



Enquanto gravava a a série, Saviano ainda fez uma fez uma participação na série The Ray Bradbury Theater (1989), e também atuou na comédia Cucamonga: Um Acampamento Muito Louco (Camp Cucamonga, 1990), ao lado de sua colega Danica McKellar, a Winnie Cooper de Anos Incríveis.


Elenco de Cucamonga: Um Acampamento Muito Louco

Quando a série foi cancelada, Josh Saviano deixou de atuar. Ele terminou os seus estudos, e posteriormente formou-se em ciências políticas, em 1998. Depois fez outro curso, formando-se em direito direito na conceituada Universidade de Yale.

Quando estava na Universidade, surgiu um boato que ganhou ares de lenda urbana, que dizia que Josh Saviano e o roqueiro Marilyn Mason eram a mesma pessoa. Em entrevista a revista Star Magazine ele disse que recebia cerca de 20 emails por dia perguntando se ele era mesmo Mason, e ainda acrescentou que achava engraçado ser confundido com o cantor. "O que você prefere, que as pessoas pensem que você é o garoto idiota de Anos Incríveis ou uma estrela satânica do rock? A segunda opção é muito mais legal!", declarou o ex ator.


Josh Saviano e Marilyn Mason

Aos 38 anos de idade, Josh Saviano fez um breve retorno, atuando em três episódios de Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais (Law & Order: Special Victims Unit), interpretando um advogado e conselheiro legal. 


Josh Saviano em Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais

Saviano trabalhou em conceituados escritórios de advocacia nova iorquinos, mas em 2015 montou seu próprio escritório. Em 2002 ele se casou com Jennifer Romer, e tem uma filha.

Ele e Fred Savage são grandes amigos até os dias de hoje.


Josh Saviano e esposa

Josh Saviano e a filha



Josh Saviano atualmente



Reunião do elenco de Anos Incríveis, em 2019

Como a filha de Peter Lorre sobreviveu ao ataque de Serial Killers


Peter Lorre foi um dos maiores coadjuvantes de Hollywood nas décadas de 1940 e 1950. Quem não se lembra dele em Casablanca (Idem, 1942)? Mas foi como o assassino Hans Beckert de M, O Vampiro de Dusseldorf (M - Eine Stadt Sucht Einen Mörder, 1931), um clássico do expressionismo alemão, que o ator ficou mundialmente conhecido.

Peter Lorre

Lorre teve uma única filha, Catharine Lorre, que nasceu em Hollywood, em 1953. Catherine nunca seguiu os passos artísticos do pai, mas em 1977 tornou-se personagem de uma história aterrorizadora, semelhante aos filmes de terror estrelados por seu pai.

Ela tinha 24 anos de idade quando foi abordada pelos primos Angelo J. Buono e Kenneth A. Bianchi, os "Estranguladores de Hillside". 



Os primos assassinos abordavam jovens bonitas no bairro de Hillside, onde moravam famílias de classe média alta, na Califórnia. As moças eram sequestradas, torturadas, estupradas e mortas, e seus corpos jogando em uma colina próxima aos crimes.

Ao todo, a polícia atribuiu aos serial killers a morte de doze vítimas, incluindo uma menina de 12 anos de idade.

As vítimas dos "estranguladores de Hillside"

Catherine quase foi uma das vítimas da dupla. Ela voltava a pé do trabalho quando a dupla a abordou. Eles fingiam ser ser policiais e mostraram um distintivo falso, obrigando-a a entrar no carro, e pediram a sua bolsa, fingindo interesse em conferir seus documentos.

Na carteira de Catharine, eles não só perceberam o sobrenome famoso, como também viram uma antiga foto da jovem, quando criança, sentada no colo do pai. Buono e Bianchi reconheceram o ator Peter Lorre, que já havia falecido, e soltaram a moça imediatamente.

A foto que salvou a vida de Catharine Lorre

Catherine Lorre não entendeu nada, mas mais tarde viu um retrato falado dos suspeitos na televisão, e ligou os pontos. Ela foi até a polícia e ajudou a identificar seus quase algozes, o que foi essencial para  capturá-los. 

Na delegacia os primos confessaram que soltaram Catherine por serem fãs dos filmes de Peter Lorre. Além disto tinham medo da publicidade que a morte da filha de um artista de cinema poderia render. Em 1979 eles foram condenados a prisão perpétua pelos crimes brutais. 

Os assassinatos de Hillside já inspiraram quatro filmes.

Catharine Lorre


A triste vida de Catharine Lorre

Catharine Lorre sobreviveu aos estranguladores psicopatas, mas morreria pouco tempo depois, com apenas 32 anos de idade. 

A vida de Catharine Catharine Evelyn Lorre Baker foi bastante conturbada e triste. Peter Lorre era viciado em morfina, e conheceu sua terceira esposa em uma clínica de reabilitação. Anne Marie Brenning também lutava contra o vício, e deu à Luz a Catherine em 21 de setembro de 1953.


Peter e Catharine Lorre

Anne Marie, Peter Lorre e Catharine

Seus pais se separaram em 1962, e dois anos depois Lorre faleceu, aos 59 anos de idade. Anne Marie, que era alcoólatra, morreu em 1971, aos 49 anos de idade.

Catharine tinha 17 anos, e ninguém se interessou em ficar com a guarda da adolescente. A atriz Celia Lovsky, primeira esposa de Peter Lorre ficou com pena da garota, e cedeu um quarto para ela morar. Depois o crítico de cinema James Powers, que era viúvo da atriz Karen Verne (segunda esposa de Lorre, que cometeu suicídio em 1967) acabou tornando-se seu guardião.

Em 1980 Catharine casou-se, e parecia ter encontrado a felicidade. Mas seu marido morreu pouco tempo depois, em um acidente de motocicleta.

Pouco tempo depois ela adoeceu. Catharine havia nascido com problemas de saúde, devido ao fato de sua mãe ter consumido drogas em sua gestação. Entre outras comorbidades, ela desenvolveu diabetes infantil, que nunca foi realmente tratada.

Catharine Lorre

Em 1984 ela foi internada em um hospital, após perder a visão, além de possuir sérios problemas circulatórios. Após quase um ano internada, ela faleceu em 07 de maio de 1985, vítima de uma encefalomalácia e complicações da diabetes, aos 32 de idade.

Seu corpo ficou mais de um mês no necrotério municipal, sem ser reclamado. Por fim um primo providenciou seu funeral, no qual compareceram apenas quatro pessoas: o primo, um antigo advogado de Peter Lorre acompanhado de seu filho e a uma das enfermeiras que cuidou dela durante sua internação.

Humphrey Bogart, Peter Lorre e Catharine Lorre




Que Fim Levou? Ken Weatherwax, o Feioso Addams


Ken Weatherwax ficou famoso ao interpretar o Feioso (Pugsley) Addams na bem sucedida série de televisão A Família Addams (The Addams Family, 1964-1966).

O ator faleceu em 2014, com apenas 59 anos de idade.



Kenneth Patrick Weatherwax tinha apenas 9 anos de idade (ele nasceu em 29 de setembro de 1955) quando interpretou o personagem Feioso, o menino ingênuo filho dos exóticos Addams.

Weatherrwax nasceu em Los Angeles, em meio a uma família ligada ao show business. Ele era sobrinho da atriz e dançarina Ruby Keller e de Frank e Rudd Weatherwax, os treinadores e dono da primeira cadela Lassie.

Seu irmão, o ator Joey D. Vieira interpretou o personagem Porky na série Lassie (1954-1957). Ainda atuando, Joey D. Vieira fez um pequeno papel em Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off, 1986), onde interpretou o funcionário da pizzaria.

Joey D. Vieira (ao centro) em Lassie

Joey D. Vieira em Curtindo a Vida Adoidado

Ken Weatherwax estreou como ator fazendo comerciais. E estreou na televisão em um episódio da série Caravana (Wagon Train), em 1964. No mesmo ano foi escalado como o Feioso Addams da série A Família Addams (The Addams Family, 1964-1966).




Apesar de bem sucedida, a série foi cancelada após duas temporadas, devido aos altos custos de produção. O fato de ser em preto e branco, em tempos de séries coloridas como Túnel do Tempo e Jeannie é Um Gênio, também prejudicou sua audiência.

Quando a série acabou, Weatherwax percebeu que estava marcado demais com o papel, e perdeu o interesse em atuar. Ele retomaria apenas em derivados de A Família Addams.

Em 1973 ele passou a dublar seu antigo personagem no desenho animado A Família Addams (The Addams Family, 1973) e apareceu em frente as câmeras no filme Halloween With the New Addams Family (1977), feito para a televisão.


Ken Weatherwax em  Halloween With the New Addams Family



Ao 17 anos Ken Weatherwax ingressou no exército e posteriormente trabalhou como empreiteiro na construção civil. Ele chegou a fazer alguns trabalhos no cinema na década de 1990, como eletricista. Ele também participou de diversas feiras e convenções dedicadas aos fãs de A Família Addams, normalmente junto com Lisa Loring (a Wandinha).


John Astin, Lisa Loring, Felix Silla (o primo Coisa) e Ken Weatherwax

Em 07 de dezembro de 2014 Ken Weatherwax sofreu um ataque cardíaco fulminante em sua casa na Califórnia, aos 59 anos de idade.







Curta nossa página no Facebook
Se inscreva no nosso canal do Youtube
Siga também nosso Instagram


Por Onde Anda? Christopher Lambert, o eterno Highlander


Christopher Lambert ficou famoso ao interpretar o imortal Connor MacLeod das Terras Altas da Escócia em Highlander: O Guerreiro Imortal (Highlander, 1986), um grande sucesso cinematográfico, que rendeu algumas sequências.



Embora seja francês Christophe Guy Denis Lambert nasceu Nova York, em 29 de março de 1957. Seu pai era um diplomata francês das Nações Unidas em serviço nos Estados Unidos. Lambert ficou poucos dias em Nova York, mudando-se depois para Genebra, onde foi educado.

Na adolescência, ele se mudou para Paris.

Em 1979 o ator estreou no cinema, atuando em Ciao, les Mecs (1979), usando o nome de Christophe Lambert. Era um papel pequeno, mas no ano seguinte teve um papel de destaque em Le Bar du Téléphone (1980).

Christopher Lambert em Le Bar du Téléphone

O ator atuou em diversos filmes franceses antes de estrelar o sucesso Greystoke: A Lenda de Tarzan, O Rei da Selva (Greystoke: The Legende of Tarzan, Lord of the Apes, 1984).

O diretor Hugh Hudson tinha acabado de vencer o Oscar por Carruagens de Fogo (Chariots of Fire, 1981), e a Warner Brothers havia dado carta branca para o diretor fazer outro filme. O cineasta inglês estava atrás de um nome desconhecido para viver o icônico personagem criado por Edgar Rice Burroghs.

Lambert fez o teste ao lado de muitos outros jovens atores, e foi escolhido para o papel. O diretor gostou do seu olhar distante e perdido, na verdade fruto de uma forte miopia. Alérgico a lentes de contatos, o ator praticamente não enxerga sem óculos e muitas vezes acabou se ferindo enquanto gravava filmes de ação.


Christopher Lambert em  Greystoke: A Lenda de Tarzan, O Rei da Selva

O filme fez um enorme sucesso e foi indicado a três Oscars. Também recebeu um Bafta e um César, além de diversos outros prêmios internacionais, e projetou o nome de Lambert internacionalmente.

No mesmo ano de Greystoke o ator havia gravado o musical francês Letra e Música (Paroles et Musique, 1984), ao lado da estrela Catherine Deneuve.

Catherine Deneuve e Christopher Lambert

Ainda na França o ator estrelou o cult Subway (1985), de Luc Besson. O papel do homem sendo caçado nos metrôs de Paris lhe rendeu um Prêmio César de Melhor Ator.



Nos Estados Unidos ele estrelou o grande sucesso Highlander: O Guerreiro Imortal (Highlander, 1986), ao lado do veterano Sean Connery.





Sean Connery e Christopher Lambert

O papel do guerreiro imortal que só pode ser morto decapitado garantiu a Lambert o status de astro internacional. Ele inclusive participou do videoclipe de Princes of the Universe, da banda Queen, que embalava a trilha sonora do filme.




No mesmo ano Lambert ainda tinha feito o italiano I Lova You (1986), de Marco Ferreri. O filme foi nomeado para a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Lambert estrelou outro sucesso, O Siciliano (The Sicillian, 1987), dirigido por Michael Cimino. O filme era baseado em um livro de Mario Puzo, autor de O Poderoso Chefão



Em 1988 o ator estrelou o romance O Último Desejo (Love Dream, 1988), que não fez sucesso. O filme ainda tinha no elenco a atriz Diane Lane, Francesco Quinn (filho de Anthony Quinn) e a brasileira Claudia OHana.

Christopher Lambert e Claudia Ohana em O Último Desejo

Durante as filmagens se Lambert e Diane Lane se apaixonaram. Eles se casaram se casaram em 1988 e ficaram juntos até 1994. Eles tem uma filha juntos, Eleanor Jasmine.


Christopher Lambert e Diane Lane

O ator estrelou filmes menos sucedidos, como Complô Contra a Liberdade (To Kill a Priest, 1988), que recebeu boas críticas, e a comédia Por Que Eu? (Why Me?, 1990).

Mas em 1991 ele retornou a saga Highlander 2: A Ressurreição (Gighlander II: The Quickening, 1991). O filme teve alguns problemas de produção, o que ficou evidente no resultado final. O diretor não gostou do roteiro, e para reduzir os custos, as filmagens foram realizadas na Argentina. 

No ano seguinte Highlander virou uma série de televisão, agora estrelada por Adrian Paul. Mas Lambert fez uma participação especial na série, repetindo o personagem clássico de Connor McLeod. Lambert ainda faria mais dois filmes na pele do personagem quando fez Highlander 3: O Feiticeiro (Highlander III: The Sorcerer, 1994) e Highlander 4: A Batalha Final (Highlander: Endgame, 2000), onde contracenou novamente com Adrian Paul.


Christopher Lambert e Adrian Paul

Na década de 1990 o ator estrelou diversos filmes de ação como o A Fortaleza (Fortress, 1992) e a sequência A Fortaleza 2 (Fortress 2, 2000). Ele também estrelou Os Franco Atiradores (gunmen, 1993) e Beowulf, o Guerreiro das Sombras (Beowulf, 1999). Também fez uma participação especial na paródia Máquina quase Mortífera (Loaded Weapon 1, 1993).




Lambert também produziu e estrelou o thriller Face a Face com o Inimigo (Knight Moves, 1992), onde interpretava um grande mestre do xadrez suspeito de assassinato.

Em 1995 o ator interpretou o Deus do Trovão Lord Raiden na adaptação do jogo Mortal Kombat (1995). O filme obteve uma grande bilheteria, e rendeu a Lambert o convite para estrelar Marcado Para Morrer (The Hunted, 1995).


Christopher Lambert em Mortal Kombat

Como produtor, Lambert realizou Não Esqueça Que Você Vai Morrer (N'Oublie pas que tu vas Mourir, 1995) que foi premiado no Festival de Cannes e a comédia Nove Meses (Nine Months, 1995), estrelada por Hugh Grant e Julianne Moore. Também produziu o drama Gideon - Um Anjo em Nossas Vidas (Gideon, 1998), que ele estrelou ao lado de veteranos das telas como Charlton Heston, Shirley Jones, Mike Connors, Barbara Bain e Shelley Winters.

Christopher Lambert e Charlton Heston

A partir do ano 2000 o ator trabalhou mais em produções europeias, que fizeram menos sucesso que seus filmes norte-americanos. Ele dividiu a carreira entre novos filmes de ação e trabalhos mais artísticos, como O Clone (À Ton Image, 2004), co-estelado por Nastassja Kinsi e a cinebiografia da cantora Dalida (Idem, 2005).

Sob direção de Claire Danes, contracenou com Isabelle Huppert em Minha Terra, África (White Material, 2009). O filme foi aclamado no Festival de Veneza daquele ano.


Christopher Lambert e Sabrina Ferilli em Dalida

Isabelle Hupert e Christopher Lambert no Festival de Veneza


Em 2011 ele voltou a atuar em uma super produção norte-americana Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (Ghost Rider: Spirit of Vengeance, 2011), estrelada por Nicolas Cage. O filme era uma adaptação dos quadrinhos da Marvel, mas não obteve tanto sucesso nas bilheterias.


Christopher Lambert Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança 

Nos Estados Unidos ainda fez uma participação em seis episódios de NCIS: Los Angeles, em 2012. No ano seguinte, ingressou no elenco da série francesa Le Source.


Christopher Lambert e Chris O'Donnel em NCSI

O aclamado diretor francês Claude Lelouch o dirigiu nas comédias românticas Un + Une (2015) e Chacun sa Vie (2017). E entre 2016 e 2017 atuou na série russo-portuguesa Mata Hari.


Christopher Lambert em Mata Hari

Em 2016 ele também fez parte do elenco estelar da comédia Hail, Caesar! (Idem, 2016), dirigida por Joel e Ethan Coen. O francês contracenava com astros como George Clooney, Ralph Fiennes, Frances McDormand, Channing Tatum e Tilda Swinton. No filme ele interpretava o diretor escandinavo que engravida a personagem de Scarlett Johansson.


Christopher Lambert em Hail, Caesar!

Lambert voltou aos filmes de ação como o vilão de Kickboxer: A Vingança do Dragão (Kickboxer: Vengeance, 2016), onde contracenou com outro astro do gênero, Jean Claude Van Damme. O filme ainda contava com os brasileiros Wanderlei Silva e Ronaldinho Gaúcho e com o lutador Mike Tyson no elenco.

O francês também participou da sequência,  Kickboxer: A Retaliação (Kickboxer: Retaliation, 2018).

Mike Tyson e Ronaldinho Gaúcho em  Kickboxer: A Vingança do Dragão

Jean Claude Van Damme e Christopher Lambert em  Kickboxer: A Vingança do Dragão

Em 2018 o ator também interpretou um agente nazista no russo Sobibor (2018), que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. o ator recebeu muitos elogios da crítica ao interpretar um personagem real, o oficial da SS Karl Frenzel.


Chistopher Lambert em Sobibor

Em 2019 também fez algumas participações na série Blacklist. Atualmente, ele está no elenco de nove produções, que devem ser lançadas em breve.


Christophe Lambert atualmente


O ator ainda foi casado com com a atriz Jaymse Haft (entre em 1999 e 2006) e teve um relacionamento com a atriz Sophie Marceau, com quem contracenou em La Disparue de Deauville (2007), filme dirigido pela atriz. Marceau e Lambert anunciaram a separação em 2014.

O ator também escreveu dois romances e possuiu uma vinícola na França, cuja produção é vendida no mercado francês.


Se inscreva no nosso canal no Youtube

Postagem em destaque

A viagem de Clark Gable ao Brasil