Morre o ator Carl Reiner, aos 98 anos de idade



O ator Carl Reiner morreu aos 98 anos de idade, de causas naturais, na noite de segunda-feira (29). De acordo com o TMZ, ele estava com a família em casa em Beverly Hills, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
O ator, produtor e escritor ficou famoso como Saul Bloom na franquia Onze Homens e um Segredo (2001), Doze Homens e Outro Segredo (2004) e Treze Homens e um Novo Segredo (2007). Reiner ganhou 9 Emmys em 70 anos de carreira.
Na década de 1960, Reiner se destacou ao escrever o programa de TV The Dick Van Dyke Show. Seu trabalho mais recente foi como dublador de Carl Reineroceros em Toy Story 4, no ano passado.
Entre outros filmes de Reiner estão O Panaca (1979) com Steve MartinOs russos Estão Chegando! Os Russos Estão Chegando! (1966) e Curso de Verão (1987).

Reiner nasceu em 20 de março de 1922 em Bronx, em Nova York. Ele foi casado com Estelle Reiner de 1943 até 2008, quando ela morreu. O ator deixa três filhos: o diretor Rob Reiner, além de Lucas e Annie Reiner.



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Morreu Russinho do Pandeiro, último músico de Carmen Miranda


Morreu no dia 22 de junho, aos 92 anos de idade, o músico Russinho do Pandeiro, último integrante do Bando da Lua, conjunto musical que acompanhou a cantora e atriz Carmen Miranda por muitos anos.


Russinho do Pandeiro (não confundir com Russo do Pandeiro) nasceu no Rio de Janeiro, e chamava-se José Ferreira Soares. Ele começou a carreira no famoso Programa do Casé, nos primórdios do rádio brasileiro, e posteriormente tornou-se percursionista do Cassino da Urca.

Os cabelos loiros lhe renderam o apelido de Russinho.


Russinho do Pandeiro, o primeiro a direita, no Anjos do Inferno


Profissionalmente, foi integrante do conjunto Namorados da Lua e em 1946 ingressou no Anjos do Inferno, substituindo o músico Hélio Verri. Com o Anjos do Inferno, foi para o México, trabalhar nos filmes de Ninón Sevilla, acompanhando a artista. Com ela fez os filmes Pecadora (1947) e Aventurera (1950).



Carmen Miranda mandou buscar Russinho no México, para integrar a última formação do Bando da Lua, junto com Aloysio de Oliveira, Harry e Lulu. Na verdade, nesta época o conjunto chamava-se The Carioca Boys.

Russinho acompanhou Carmen em diversos programas de televisão e shows, e com ela atuou em Romance Carioca (Nancy Goes to Rio, 1950), o penúltimo filme da artista.




Russinho tinha adoração por Carmen, que era quase uma segunda mãe para ele. Ele chegou a desferir um soco em seu marido, David Sebastian, para defendê-la, durante uma briga do casal.




Russinho do Pandeiro morava há quase 70 anos em uma cidade litorânea no México. O artista morreu enquanto dormia, aos 92 anos de idade





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O ator e dublador Pietro Mário, o Capitão Furacão que animou a garotada


O ator e dublador Pietro Mário tem uma longa carreira no cinema e televisão, e despontou para o público no programa infantil Capitão Furacão, que fez a alegria das crianças na década de 60.





Pietro Mário Fransceso Bogianchini nasceu na Itália, em 29 de junho de 1939. Ainda jovem, mudou-se para o Brasil, e começou a trabalhar no teatro.

Na televisão, estreou na TV Rio e em 1965 foi um dos primeiros contratados pela recém inaugurada Rede Globo, após passar nos testes para apresentar o programa infantil Capitão Furacão, que ele comandou por cinco anos.

Na atração, Pietro contava histórias e apresentava desenhos, e apesar de ter apenas 26 anos de idade na época, ficou no imaginário das crianças como um velho lobo do mar, caracterizado por uma forte maquiagem para envelhecê-lo. A atriz e cantora Elisângela, ainda adolescente era uma de suas grumetes.

Elisângela e Pietro Mário em Capitão Furacão




Cansado de representar o mesmo personagem por cinco anos, o ator deixou a Globo rumo a TV Continental, onde também apresentou um programa por lá. Embora eternizado como Capitão Furacão, o ator fez diversos outros trabalhos.

No cinema, estreou em Engraçadinha Depois dos Trinta (1966), e atou nos filmes A Noite do Meu Bem (1968), Os Machões (1972), Memórias Póstumas de Brás Cubas (1986), Copacabana (2001), Irmãos de Fé (2004), Meteoro (2005), Chico Xavier (2010), O Duelo (2015) e Maresia (2016). Além disto, atuou em diversos curta-metragens, incluindo o biográfico Pietro (2013).


Pietro também fez diversas novelas, como O Espigão (1974), Sinhazinha Flô (1977), Olhai Os Lírios do Campo (1980) e Eu Prometo (1983). Esteve também nas recentes Novo Mundo (2017), atualmente sendo reprisada, e Deus Salve o Rei (2018). Seu último trabalho na televisão foi na série O Mecanismo (2018).


Pietro Mário em Novo Mundo

Também dublador, Pietro Mário era um dos mais prolíferos profissionais da voz, tendo dublado personagens como  O Capitão Caverna, Dom Pixote (substituindo Older Cazarré), Oscar (A Era do Gelo), Zé Buscapé, Bosley (As Panteras), Rafiki (O Rei Leão), Sultão (Aladdin), Tony Soprano (James Gandolfini, Família Soprano), Yoda (Star Wars), Tio Patinhas, e diversos personagens em Os Simpsons, além de muitos outros personagens.



No final de maio de 2020, o ator esteve internado devido a complicações do Coronavírus. Mas está se recuperando da doença.


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Morre a apresentadora Clarice Amaral, pioneira da TV Brasileira


Faleceu no sábado, Dia 27 de junho a apresentadora Clarice Amaral, pioneira da televisão brasileira. Por muitos anos Clarice apresentou o Grande Ginkana Kibon, ao lado de Vicente Leporace, na TV Record.

Clarice Amaral e Vicente Leporace no Grande Ginkana Kibon

Clarice José do Amaral nasceu em Minas Gerais, em 12 de outubro de 1935. Ela começou a carteira como garota propaganda, e tornou-se apresentadora na TV Record, onde apresentou programas como Big Show Peixe, Carrossel e O Coelinho da Fortuna, mas foi no comando de Grande Ginkana Kibon (1955-1969) que se consagrou diante do publico.


No final da decada de 60 ela trabalhou na TV Cultura e Excelsior, antes de assinar contrato, em 1970, com a TV Gazeta de São Paulo, onde apresentou por muitos anos o programa Clarice Amaral em Desfile.

Clarice Amaral e Ione Borges, na TV Gazeta

Em 1981 ela deixou a televisão, dedicando sua carreia no rádio. Mas após sofrer um assalto traumático em 1986, a artista deixou a carreira, passando a residir anonimamente em Cunha, no interior de São Paulo.

A causa de sua morte não foi revelada e o passamento da atriz foi divulgado pelo pesquisador Elmo Francfort (autor do livro sobre a história da TV Gazeta). Clarice Amaral tinha 84 anos de idade.


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Morre a atriz Linda Cristal, de Rancho Chaparral


Morreu na manhã do dia 28 de junho a atriz Linda Cristal, mais conhecida por interpretar Victoria Cannon na série de televisão Rancho Chaparral (1967-1971). Sua morte foi divulgada por seu filho Jordan, através das suas redes  sociais.


Embora nascida na Argentina (em Rosário, em 23 de fevereiro de 1934), Linda estreou no cinema mexicano, no começo da década de 50.

Em 1956 ela foi para Hollywood, onde estreou em Comanche (1956). Ela ganhou um Globo de Ouro de atriz revelacao por De Folga Para Amar (1958), mas normalmente interpretou papėis de latina em westerns como O Alamo (1960).

Linda Cristal e John Wayne em O Alamo

Mas foi na televisão que ela ficou mais conhecida, como a esposa de Leif Erickson na série O Rancho Chaparral. O papel lhe rendeu outro Globo de Ouro e duas indicações ao Emmy.


A atriz se aposentou em 1988, e faleceu enquanto dormia, aos 86 anos de idade.



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Morre a atriz Taryn Power, filha de tyrnone Power e Linda Christian


A atriz Taryn Power, filha do astro Tyrone Power e da atriz mexicana Linda Christian, morreu na manhã do dia 27 de junho, aos 66 anos de idade. Sua morte foi anunciada através do Facebook de sua irmã, a também atriz Romina Power, que estava com leucemia.

Tyrone Power e as filhas Tayrin e Romina

Tayrin Stephanie Power nasceu em 13 de setembro de 1953, em Los Angeles, Califórnia. Ela tinha apenas cinco anos de idade quando seu pai faleceu. Com a mãe, viveu em diversos países, mas cresceu na maioria do tempo na Itália e Espanha.

Ela estreou no filme espanhol María (1972), como protagonista. Mas fez poucos filmes.


No cinema, ė mais lembrada como Valentine de Villefort em O Conde de Monte Cristo (1975) no qual contracenou com Richard Chamberlain e pelo filme de aventura Sinbad Contra o Olho de Tigre (1977), onde atuou ao lado de Patrick Wayne (filho do ator John Wayne) e Jane Seymour.

Tayrin Power e Richard Chamberlain

 Jane Seymour, Patrick Wayne e Tayrin Power

A atriz teve quatro filhos. Sua sobrinha a atriz Ylenia Carrisi (filha de Romina e do cantor Al Bano) desapareceu em 1994, e seu paradeiro continua desconhecido. Já falamos mais a respeito aqui.



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Morre Suzana Amaral, diretora de A Hora da Estrela


Morreu no fim da tarde desta quinta-feira (25) a cineasta Suzana Amaral, em São Paulo. A família esclarece que a causa da morte não está ligada à Covid-19. Ela dirigiu A Hora da Estrela (1986), premiado em Berlim, filme inspirado no livro homônimo de Clarice Lispector.

“Minha mãe deixa legado em várias áreas, sobretudo no cinema. Suzana veio e trouxe para o cinema brasileiro uma nova linguagem, uma poética que era so dele —muita influência do cinema alemão. Ela também deixa um legado na sua ética como professora, além de ter sido uma mãe maravilhosa”, diz a filha Flávia.
A filha não conta a idade da mãe, que costuva dar as mais variadas datas de nascimento para quem perguntasse.

A maioria das fontes, entretanto, indicam que a cineasta nasceu em 1932.


Elza Soares completa 90 anos (ou não)




Elza Soares é hoje considerada uma das mais importantes cantoras brasileiras, tendo sido eleita em 1999 pela BBC de Londres como a brasileira do milênio. Respeita e premiada, Elza teve uma vida difícil, a começar por sua origem humilde, nascida na favela da Moça Bonita.

Nos documentos, Elza Gomes da Conceição nasceu em 23 de junho de 1930. Mas esta data, na verdade, diz respeito a emancipação da cantora para ela poder se casar, ainda criança (por volta dos 13 anos de idade), após ser estuprada. Seu pai obrigou que ela se casasse com seu agressor. Elza acredita que pode ter nascido em 1933, ou 1937, mas não há registros. Apenas seu pai, seu Avelino, poderia responder, mas ele faleceu há muitos anos.

Após ser forçada a casar, ela teve que abandonar a escola, e passou muitas dificuldades antes de começar a cantar, com 32 anos de idade. Foi nesta época também que Elza conheceu o jogador Garrincha, com quem teve um conturbado relacionamento.


Elza e Garrincha em 1962

Sua trajetória artística é riquíssima, com uma carreira com várias décadas e louros profissionais. Mas como aqui é um site dedicado ao cinema, vamos registrar a trajetória da artista nas telas.

Elza Soares também participou do cinema brasileiro, como cantora, algo muito comum na época. Seu primeiro filme foi Briga, Mulher e Samba (1960), cantando ao lado de Monsueto.


Elza Soares em sua estréia no cinema

Ela ainda apareceria em outros filmes ao longo de sua extensa carreira, inclusive em três do cineasta Mazzaropi: O Vendedor de Linguiça (1962), O Puritano da Rua Augusta (1965) e Um Caipira em Bariloche (1972).



Elza em O Vendedor de Linguiça

Elza em O Puritano da Rua Augusta

Participou tambėm dos filmes A Morte em Três Tempos (1964), Cinema Falado (1986), Chega de Saudade (2007) e Histórias Antes de Uma História (2014), este último uma animação, onde ela dubla a personagem "Feiticeira".


No filme Garrincha: Estrela Solitária (2003), ela foi interpretada pela atriz Thais Araujo.

Thais Araujo e André Gonçalves (que interpretou Garrincha)

Elza Soares sendo homenageada no desfile da escola de samba Mocidade, em 2020


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Morre o diretor Joel Schumacher, aos 80 anos de idade



Morreu esta segunda-feira, aos 80 anos, Joel Schumacher, diretor de filmes  O Cliente, Um Dia Fúria e 8MM.
Nascido em Nova Iorque em 1939, Schumacher trabalhou como figurinista antes de se transformar em diretor, em 1981, mas ganhando destaque pelo seu filme de culto – protagonizado por Kiefer Sutherland - Os Garotos Perdidos (1987).

Schumacher entretanto ė mais lembrado por ter feito dois filmes do personagem Batman, incluindo o bastante criticado Batman Eternamente (1993).


Filmou igualmente diversos videoclipes, para bandas como os INXS, e seu último trabalho na direção foi em 2011.

O diretor sofria de câncer há alguns anos.

Kathleen Turner completa 66 anos


Na década de 80 Kathleen Turner era uma das atrizes mais disputadas do cinema. A talentosa estrela é considerada uma das mulheres mais sexys da história das telas, e emplacou diversos sucessos e conquistou uma legião de fãs.


Mary Katlheen Turner nasceu no Missouri em 19 de junho de 1954. Filha de missionários metodistas, bastante conservadores, ela cresceu em diversos países (Canadá, Cuba, Venezuela), e terminou seus estudos em Londres, devido ao serviço missionário dos pais.

Ela estreou como atriz na Inglaterra, mas de volta aos Estados Unidos, fez seu primeiro trabalho na televisão, atuando na novela The Doctors, em 1978. Em 1981 ela estreou no cinema, após passar no teste para estrelar o filme Corpos Ardentes (Body Heat, 1981), que fez um enorme sucesso, e elevou a desconhecida atriz ao posto de "sex symbol".

William Hurt e Kathleen Turner em Corpos Ardentes

Sua carreira deslanchou de forma meteórica, atuando em sucessos como O Médico Erótico (The Man With Two Brains, 1983), Crimes de Paixão (Crimes of Passion, 1984) e A Honra do Poderoso Prizzi (Prizzi's Honor, 1985). Ao lado de Michael Douglas ela protagonizou o também bem sucedido Tudo Por Uma Esmeralda (Romacing the Stone, 1984), e sua continuação A Jóia do Nilo (The Jewel of the Nile, 1985).

Michael Douglas e Kathleen Turner em Tudo Por Uma Esmeralda

Em 1987 ela foi indicada ao Oscar por seu trabalho em Peggy Sue, Seu Passado a Espera (Peggy Sue Got Married, 1986). Turner fazia Peggy Sue, uma mulher que volta no tempo durante um baile de reencontro do antigo colégio onde estudo.


E embora não tenha ganho o Oscar, sua carreira seguiu em alta, atuando em filmes como Júlia e Júlia (Giulia e Giulia, 1987), Troca de Maridos (Switching Channels, 1988) e O Turista Acidental (The Accidental Tourist, 1988). E reencontrou Michael Douglas em A Guerra dos Roses (The War of The Roses, 1989). Kathleen Turner demonstrava ser mais que uma mulher bonita. Talentosa e versátil, ela se saia bem em dramas, romances e até comédias.

Sua voz rouca e sexy, e seus belos traços físicos levantaram comparações com a atriz Lauren Bacall, e Turner chegou a posar para uma sessão de fotos homenageando a atriz clássica.

Kathleen Turner (como Lauren Bacall)

Sua voz também foi usada para dar ainda mais sensualidade a personagem Jessica Rabbit, na animação Uma Cilada Para Roger Rabbit (Who Framed Roger Rabbit, 1988). Mas no começo da década de 90 sua carreira viu um declínio.

Kathleen Turner ainda fez filmes como Bonita e Perigosa (V. I. Warshawski, 1991), Dois Espiões e um Bebê (Undercover Blues, 1993) e Nu em Nova York (Naked in New York, 1993, mas reduziu suas aparições no cinema.

Ela também atuou brilhantemente em Mamãe é de Morte (Serial Mom, 1994), do controverso cineasta John Waters.


Em 1992 ela foi diagnosticada com Artrite Dermatoide, e precisou aceitar menos trabalhos devido a sua condição de saúde, e os remédios usados durante o tratamento fizeram a atriz ganhar peso. Kathleen entrou em depressão, e acabou com problemas com a bebida.

Kathleen passou a atuar em filmes menores e em projetos para a televisão. No cinema, ainda apareceu em Bebês Geniais (Baby Geniuses, 1999) e Sofia Coppola, que interpretou sua irmã em Peggy Sue, a convidou para atuar em As Virgens Suicidas (The Virgin Suicides, 1999).

Kathleen Turner e James Woods em As Virgens Suicidas

Na TV, Kathleen destacou-se como o pai transexual de Chandler Bing, na série Friends.

Kathleen Turner em Friends

Devido a sua saúde, ela atuou pouco no cinema, mas voltou para o teatro, onde foi indicada ao Tony por seu trabalho em Quem Tem Medo de Virginia Wolf (2005).

Kathleen Turner, na Broadway

Na frente das câmeras, apareceu em filmes como Marley & Eu (Marley & Me, 2008) e Debi & Lóide 2 (Dumb and Dumber To, 2014). Na TV, fez participações em séries como Californication e O Método Kominsky (The Kominsky Method), estrelada pelo colega Michael Douglas.

Até o momento, seu último trabalho como atriz foi na série Mom, em 2020.

Kathleen Turner em Mom, 2020

A atriz foi casada com o agente imobiliário Jay Weiss entre 1984 a 2007, e tem uma filha. Além de atuar, ela é uma grande ativista de causas humanitárias, em especial na luta sobre a conscientização da artrite reumatoide.


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