Por onde anda? Kelly LeBrock, de A Dama de Vermelho e Mulher Nota 1000


Kelly LeBrock foi uma das maiores top models da década de 80, e logo a sua beleza rendeu convites cinematográficos, que lhe valeu o título de uma das mais sexys atrizes da década de 80.


Kelly Le Brock nasceu em Nova York, em 24 de março de 1960. Ela começou a trabalhar como modelo aos 16 anos, e atingiu o auge de sua carreira quando participou de um editorial de 24 páginas na revista de moda Vogue. Após a publicação, ela foi contratada como modelo da grife Dior, e passou a ser garota propaganda de uma famosa marca de shampoo, cujo slogan de campanha era "Don't hate me because I'm beautiful" (não me odeie por ser bonita). O bordão dos comerciais tornou-se muito popular nos Estados Unidos, na década de 80.

Kelly LeBrock estreou no cinema em A Dama de Vermelho (The Woman in Red, 1984). Ela interpretava a estonteante modelo Charlotte, que enloquece a cabeça do comportado personagem de Gene Wilder, também diretor do filme. Originalmente o papel foi escrito para a atriz Melanie Griffith, que recusou o trabalho para atuar em Dublê de Corpo (Body Double, 1984), de Brian de Palma.

O filme fez muito sucesso, e a cena do vestido vemelho esvoaçante ao estilo Marilyn Monroe, fez de LeBrok uma estrela. A música tema I Just Call To Say I Love You, cantada por Stevie Wonder, venceu o Oscar de melhor canção daquele ano.



Seu filme seguinte, Kelly interpretou a mulher perfeita, feita por dois amigos em um computador, na comédia adolescente Mulher Nota 1000 (Weird Science, 1985), dirigida por John Hughes

O filme tornou-se outro grande sucesso de bilheteria, e tornou-se cult ao longo dos anos, sendo reprisado inúmeras vezes na televisão brasileira.

Kelly LeBrock, a Mulher Nota 1000

Casada desde 1984 com Victor Drai, o produtor de A Dama de Vermelho, a atriz afastou-se das telas após Mulher Nota 1000. Ela e Drai se divorciariam em 1986 e no ano seguinte ela casou-se com o astro dos filmes de ação Steven Segal.

Kelly LeBrock retornou ao cinema ao lado do novo marido em Difícil de Matar (Hard to Kill, 1990), mas apesar do filme ter feito sucesso, o hiato de cinco anos havia sido suficiente para esfriar sua carreira.

 Steven Seagal e Kelly Lebrock em Difícil de Matar

O casal teve três filhos, Dominc, Annaliza e Arissa LeBrock, que também é atriz. Ela e Seagal se divorciaram em 1996, após o ator engravidar a babá de suas filhas, Arisa Wolf, que chegou a fazer um filme com o ator.

Kelly atuou em produções de baixo orçamento nos anos seguintes, e alguns de seus filmes nem chegaram a ser exibidos no cinema, sendo lançando diretamente em vídeo. Sua filmografia incluí Confiança Traída (Betrayal of the Dove, 1993), Amarga Recompensa (Hard Bounty, 1995) e Risco Final (Tracks of a Killer, 1998) Neste período, seu "maior sucesso" foi a comédia O Foragido (Wrongfully Accused, 1998), ao lado do ator Leslie Nielsen.

O filme, entretanto, recebeu péssimas críticas, e foi indicado como "a comédia mais dolorosa e sem graça" em uma premiação de cinema para filmes ruins.

Leslie Nielsen e Kelly LeBrock em O Foragido

Após atuar no infantil Aprendiz de Feiticeiro (The Sorcerer's Apprentice, 2001), a atriz desapareceu.

Após alguns anos fora da mídia, ela reapareceu, muito acima do peso, no reality show Celebrity Fit Club, do canal VH1. O programa era um reality onde celebridades tentavam perder peso.

 Kelly LeBrock, antes e depois

Ela conseguiu emagrecer no programa, e recebeu convites para atuar em três produções independentes entre 2005 e 2007, desaparecendo novamente da mídia. Mas agora por opção, seu irmão mais velho estava com câncer terminal, e ela preferiu cuidar dele em seus momentos finais. Harold LeBrock faleceu em 2008.

Com a morte do irmão, ela passou a dedicar-se a filantropia, arrecadando fundos e trabalhando como palestrante e dando apoio a famílias de vítimas de câncer. Kelly LeBrock também conta como o vício em drogas destruiu sua carreira em suas palestras.

Em 2011 ela retirou-se e passou a viver em um rancho no interior da Califórnia.

Em 2015 ela retornou ao cinema, atuando em 10 Days in a Madhouse (2015), ao lado do antigo Highlander Christopher Lambert. No mesmo ano interpretou uma rainha em Small Town Prince (2015), uma comédia romântica feita para a televisão.

 Kelly LeBrock em Small Town Prince

Atualmente ela está no elenco da comédia Charlie Boy (2019), que deve ser lançada ainda este ano. O elenco ainda tem o veterano Burt Young, o Paulie de Rocky, O Lutador (Rocky, 1976). 

Kelly LeBrock atualmente, em seu rancho




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2 comentários:

  1. Michael Carvalho Silva26 de setembro de 2021 09:58

    Kelly LeBrock era realmente muito bonita e uma boa atriz quando ela se consagrou mundialmente como a Dama De Vermelho e como a Mulher Nota Mil ao mesmo tempo, mas comparada à outras atrizes famosas extremamente mais belas e exuberantes como Angelina Jolie, Farrah Fawcett, Carla Gravina e Auretta Gay por exemplo, ela não tinha absolutamente nada de especial.

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  2. Michael Carvalho Silva26 de setembro de 2021 10:20

    Vale ressaltar também que uma mulher como Kim Basinger jamais poderia ser considerada um símbolo sexual e muito menos um ícone de beleza e moda nos dias de hoje pois comparada à outras atrizes famosas extremamente mais belas e exuberantes como as já citadas Angelina Jolie, Farrah Fawcett, Carla Gravina e Auretta Gay por exemplo além dos verdadeiros símbolos sexuais femininos e mundiais da década de oitenta do século vinte que ao todo foram Kathleen Turner, Tanya Roberts, Sharon Stone, Bo Derek, Linda Evans, Laura Gemser, Neide Aparecida, Rebecca De Mornay, Dayle Haddon, Cláudia Freire, Neide Ribeiro, Anjelica Houston, Shari Headley, Pamela Gidley, Sue Kiel, Melanie Griffith, Sylvia Kristel, Cindy Pickett, Hilary Shepard, Corinne Cléry, Antonella Giacomini e Donna Osterbuhr ao mesmo tempo, a Senhora Basinger a exemplo de sua infame e decadente sósia brasileira Cátia Paganote também completamente ignorada e esquecida nos dias atuais é francamente feia e até mesmo repugnante também.

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