A primeira versão cinematográfica de O Pequeno Príncipe (1954)



Em 1943, o aviador e escritor francês Antoine de Saint-Exupéry escreveu Le Petit Prince, ou Pequeno Príncipe, tal como conhecemos no Brasil. O livro narrava a história de um aviador perdido no deserto do Saara que encontra um menino de cabelos dourados que lhe pede para desenhar um carneiro. O menino era um príncipe de um planeta distante, que acaba encantando o aviador com sua história.

O livro é hoje uma das histórias mais conhecidas da literatura mundial, e já comoveu diversas gerações durante as últimas décadas.

Exupéry era um exímio aviador, e escreveu diversos livros, sempre baseados em sua experiência como piloto.




Em 1939, ele migrou para os Estados Unidos, fugindo da Segunda Guerra Mundial que se iniciava na Europa. Lá, escreveu aquele que seria o seu maior sucesso literário. Em 1935, ele havia sofrido um acidente de avião, que caiu justamente no Saara, onde ele ficou algum tempo até ser resgatado, e foi assim que ele teve a inspiração para o livro (ele também narrou essa experiência com detalhes em Terre des Hommes, 1939).

Após 25 meses na América, ele retornou à França para lutar na Guerra. Em 31 de julho de 1944, seu avião foi abatido por um soldado alemão. O avião que ele estava só foi encontrado em 2004, mas seu corpo nunca foi encontrado.

O Pequeno Príncipe foi adaptado algumas vezes para o cinema.

As versões mais famosas são:

  • O Pequeno Príncipe (1974) - musical dirigido por Stanley Donen e estrelado pelo pequeno Steven Warner, com os veteranos Gene Wilder e Bob Fosse também no elenco.





  • As Aventuras do Pequeno Príncipe (1978) - desenho animado, produzido no Japão. Foi exibido no Brasil pelo SBT.




  • O Pequeno Príncipe (2015) - Animação feita em 3D, dirigida por Mark Osborne, com dublagem de astros como Jeff Bridges, Marion Cotillard, James Franco, Paul Rudd, Benicio del Toro e Paul Giamatti.






Muitos de seus livros foram adaptados para o cinema, sendo que o primeiro filme baseado na sua obra foi Asas da Noite (Night Flight, 1933), onde Clark Gable interpretava um piloto comercial que precisava trazer vacinas para o Brasil, para conter uma epidemia de pólio na cidade do Rio de Janeiro.

Aliás, Exupéry também havia trabalhado com cinema, escrevendo o roteiro de Dominadores do Espaço (Anne-Marie, 1936), uma produção francesa dirigida por Raymond Bernard e estrelada por Annabella e Pierre Richard-Willm.


Cartaz de Asas da Noite


O próprio Saint Exupéry havia feito voos comercias no Brasil, passando por cidades como Rio de Janeiro, Pelotas, Porto Alegre e Florianópolis.

Saint Exupéry no Rio de Janeiro


Mas a primeira versão de O Pequeno Príncipe só chegou às telas em 1954. Era uma produção alemã, realizada quase dez anos após a morte do escritor. O filme mesclava bonecos de fantoches com atores reais. O ator Friedrich Schoefelder interpretou o piloto, e Hannelore Oehmichen fazia a Rosa que o menino tenta proteger. Os demais personagens eram todos bonecos manipulados pela equipe de Manfred Jenning e Walter Oehmichen.

A dupla Jenning e Oehmichen tinha uma grande tradição no teatro de bonecos, e sua companhia (a Augsburger Puppenkiste) já havia adaptado o livro com sucesso no teatro alguns anos antes. Eles fariam mais duas versões do mesmo texto nos anos seguintes.

Infelizmente, o filme foi perdido com o tempo, mas as imagens que mostram a fusão de câmeras, na interação de atores e bonecos foi uma grande inovação para a época.

Confira algumas imagens do filme









O atleta olímpico que virou ator, a história do breve Rômulo Arantes


Nas décadas de 1980 e 1990 Rômulo Arantes era presença constante nas telenovelas brasileiras, firmando-se com um galã, normalmente em papéis com uma veia cômica. Antes de despontar como ator, ele havia sido campeão brasileiro de natação, e representou o Brasil em três Olimpíadas.




Rômulo Duncan Arantes Junior nasceu no Rio de Janeiro em 12 de junho de 1957. Ele era filho do nadador Rômulo Arantes, que participou dos Jogos Pan-americanos de 1959, e por muitos anos foi instrutor de natação dos clubes Vasco da Gama, Flamengo e Fluminense.



Rômulo Arantes, o pai


Treinado pelo pai, Rômulo Arantes Jr. também fez carreira nas piscinas. Em 1972 ele participou dos Jogos Olímpicos de Berlim, ficando em quinto lugar. Também disputou as Olimpíadas de Montreal, em 1976 e Moscou, em 1980.

Nos Jogos Pan-americanos, ganhou três medalhas de bronze no México, em 1975, e ficou com a prata nos jogos de San Juan, em 1979. Rômulo foi o primeiro medalhista brasileiro em mundiais. No Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1978, realizado em Berlim, na Alemanha Ocidental, ele obteve a medalha de bronze na prova dos 100 metros costas, com a marca de 58s01.








Rômulo Arantes competiu até 1987, embora nesta época já trabalhasse também como ator. Aos 16 anos de idade ele havia conhecido o humorista Chico Anysio, neste encontro nasceu a vontade de atuar, algo que se concretizaria anos mais tarde, quando estreou na TV em um Caso Especial (1981), onde interpretou a si mesmo, em um episódio que mostrava sua preparação para as Olimpíadas de Moscou.

No mesmo ano atuou na novela Brilhante (1981), interpretando Omar, um instrutor de natação.



Rômulo Arantes e Kadu Moliterno em Brilhante


Na Rede Globo, atuou ainda em O Homem Proibido (1982), Paraíso (1982) e Vereda Tropical (1984). Ele também fez uma participação no sucesso A Gata Comeu (1985).

Em 1984 estreou também no cinema, atuando no norte-americano (rodado no Brasil) Feitiço do Rio (Blame it on Rio, 1984), filme dirigido pelo veterano Stanley Donen (de Cantando na Chuva), que tinha no elenco os astros Michael Caine e Demi Moore. No mesmo ano também atuou em Patriamada (1984), da cineasta Tizuka Yamasaki.

Rômulo fez pouco cinema, mas destacou-se como o cantor e compositor Toquinho na cinebiografia Leila Diniz (1987), e ainda atuou em outra produção internacional, Hell Hunters (1987), que tinha Maud Adams e George Lazenby no elenco.


Rômulo Arantes e Louise Cardoso em Leila Diniz


Rômulo Arantes em Hell Hunters

Na televisão, Rômulo Arantes ganhou destaque como o mocinho Nelo Barbosa em Direito de Amar (1987) e o Adônis em Sassaricando (1987).


João Carlos Barroso e Rômulo Arantes em Direito de Amar


Alexandre Frota e Rômulo Arantes em Sassaricando

Após muitos trabalhos na Rede Globo, o agora ator foi para a TV Manchete, onde atuou na novela Pantanal (1990), um dos maiores sucessos da teledramaturgia recente do país.


Rômulo Arantes e Ângela Leal em Pantanal

De volta a Globo, fez alguns de seus papéis mais famosos, atuando nas minisséries Riacho Doce (1990) e Sex Appeal (1993) e nas novelas Perigosas Peruas (1992) e Quatro Por Quatro (1994). Na emissora, ainda faria Vira-Lata (1996).

Depois voltou para a Manchete, onde fez Xica da Silva (1996) e na Record fez sua última novela, Canoa do Bagre (1997).


Bianca Bygton e Rômulo Arantes em Perigosas Peruas


Em 1998 também lançou-se na carreira de cantor country, lançando o CD Alma de Peão.



Rômulo Arantes faleceu em 10 de junho de 2000, 2 dias antes de seu aniversário de 43 anos de idade. Ele sofreu um acidente de avião, um ultraleve monomotor, em Maripá de Minas (Minas Gerais). O co-piloto Fábio Amorim Ribeiro Ruivo também morreu na queda.

O ator e atleta tinha uma fazenda na região da tragédia.

Rômulo Arantes, que também era empresário (ele tinha uma rede de academias de ginástica) foi casado (entre 1984 e 1987) com a arquiteta Adriana Junqueira Schimidt, com quem teve dois filhos: o também ator Rômulo Arantes Neto e Cloê.

Quando faleceu, estava casado, desde 1996, com Valéria Farhat Giannini.


Rômulo Arantes e os filhos


O ator Rômulo Arantes Neto


Veja Também: A Atriz Eloísa Mafalda Quase Participou das Olimpíadas de 1936!!!


Relembrando o ator Gene Wilder



Gene Wilder emplacou diversos sucessos no cinema, muitas vezes em parceria com o lendário diretor Mel Brooks, mas talvez seja mais lembrando pelo icônico Willy Wonka em A Fantástica Fábrica de Chocolates (Willy Wonka & the Chocolate Factory, 1971).





Jerome Silberman nasceu em Milwaukee, Wisconsin, em 11 de junho de 1933. Aos 11 anos de idade ele viu uma aula de teatro de sua irmã e se interessou pela atuação. Ele pediu a professora da irmã para tomar aulas, e ela disse que ele poderia ser seu aluno se aos 13 anos ainda tivesse interesse em aprender.

No dia que ele completou 13 anos, ele ligou para a escola e pediu para se matricular, e fez o curso durante 2 anos. Sua mãe não gostou de ver o filho querendo ser ator, e o enviou para uma escola militar, onde ele era agredido e foi abusado sexualmente, como relatou em sua biografia, publicada anos depois. Após deixar o colégio militar, ele retornou para a sua cidade natal, e começou a atuar em um grupo de teatro local.

Em 1955 ele ganhou uma bolsa para estudar na Inglaterra, onde foi aceito no Bristol Old Vic Theatre School, onde ficou por 6 meses. De volta aos Estados Unidos, conheceu o ator Charles Grodin, que o convenceu a frequentar o Actors Studio, e após o curso, estreou na Broadway, no começo da década de 1960. Foi na Broadway que Wilder acabou conhecendo Mel Brooks, na época, namorado de Anne Bancroft, com quem o ator contracenou em uma peça, em 1963.

Gene Wilder  estreou na televisão em 1961, atuando em uma série de TV. Ele fez muitas participações na TV até fazer seu primeiro filme, onde foi um dos reféns em Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas (Bonnie and Clyde, 1967).




Gene Wilder em  Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas


No mesmo ano o ator fez seu primeiro grande papel, o de Leopold Bloom no filme Primavera Para Hitler (The Producers, 1967), seu primeiro trabalho com o diretor e roteirista Mel Brooks. Wilder dizia que se considerava um ator dramático até descobrir sua veia cômica através de Mel Brooks, e foi indicado ao Oscar por este trabalho.



Gene Wilder em Primavera Para Hitler


Apesar do sucesso, o ator só voltaria ao cinema três anos depois, em Mercenários de Um Reino em Chamas (Start the Revolytion Without Me, 1970), e no ano seguinte fez o excêntrico e bondoso Willy Wonka em A Fantástica Fábrica de Chocolates (Willy Wonka & the Chocolate Factory, 1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e fez dele um dos maiores astros do cinema, além de ser o interprete de um personagem clássico e cultuado por gerações de fãs.

Gene Wilder não foi a primeira opção para o papel, que foi oferecido antes para os atores Fred Astaire e Joel Grey.


Gene Wilder como Willy Wonka


Mas apesar de hoje A Fantástica Fábrica de Chocolate hoje ser cultuado, a produção não foi muito bem de bilheterias na época. Aliás, nenhum de seus filmes haviam tido bons retornos financeiros, e em busca de atuar em sucesso, aceitou o convite de Woody Allen para atuar em Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo, Mas Tinha Medo de Perguntar (Everything You Always to Know About Sex * But Were Afraid to Ask, 1972), que foi muito bem nas bilheterias.

Wilder então começou a trabalhar no roteiro do filme O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974) e ligou para Mel Brooks oferecendo parceria. Inicialmente Brooks não se interessou muito pelo projeto.

Mike Medavoy, agente de Wilder, perguntou para ele se tinha algum roteiro que pudesse incluir seus novos clientes, Peter Boyle e Marty Feldman, e Wilder imediatamente criou personagens para eles. Medavoy também convenceu Mel Brooks a dirigir a produção, e o diretor também ajudou na elaboração final do roteiro.


Marty Feldman, Gene Wilder, Madeline Kahn e Peter Boyle em O Jovem Frankenstein



O filme foi muito bem nas bilheterias, e rendeu a Brooks e a Wilder uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original

Brooks gostou tanto de trabalhar com Wilder novamente, e logo após o termino das filmagens, eles trabalharam juntos em outro filme, a comédia Banzé no Oeste (Blazing Saddles, 1974). Ao mesmo tempo, Gene Wilder também filmou outro sucesso de sua carreira, o musical da Fox O Pequeno Príncipe (The Little Prince, 1974), baseado no livro clássico de Saint Exupéry.

Gene Wilder interpretava a raposa.



Cleavon Little e Gene Wilder em Banzé no Oeste


Gene Wilder em O Pequeno Príncipe


Durante as filmagens de O Jovem Frankenstein, Wilder teve outra ideia de roteiro, uma comédia musical romântica sobre um irmão de Sherlock Holmes. Marty Feldman e Madeline Kahn aceitaram participar do projeto, e Wilder desenvolveu a história. Ele também acabou estreando como diretor da comédia O Irmão Mais Esperto de Sherlock Holmes (The Adventures of Sherlock Holmes' Smarter Brother, 1975).


Gene Wilder e Marty Feldman em O Irmão Mais Esperto de Sherlock Holmes

Em 1976 o agente do ator enviou um roteiro para Gene Wilder, que gostou do texto, mas disse que o único ator que poderia estrelar sem deixar o texto ofensivo seria Richard Pryor. Pryor aceitou o convite, e a dupla fez seu primeiro filme juntos, O Expresso de Chicago (Silver Streak, 1976). O filme foi muito bem sucedido, e Pryor e Wilder se tornaram a primeira dupla de comédia inter-racial de sucesso em Hollywood.


Richard Pryor e Gene Wilder 

Wilder dirigiu seu próximo filme, O Maior Amante do Mundo (The World's Greatest Lover, 1977), no qual ele contracenou com Carol Kane. Mas o filme foi um grande fracasso.



Gene Wilder e Carol Kane em O Maior Amante do Mundo


Depois, o ator aceitou ser dirigido por Robert Aldrich na comédia O Rabino e o Pistoleiro (The Frisco Kid, 1979), onde iria contracenar com o veterano ator John Wayne. Mas Wayne acabou desistindo do projeto, e foi substituído pelo jovem Harrison Ford.



Gene Wilder e Harrison Ford em O Rabino e o Pistoleiro

Em 1980 o ator voltou a atuar com Richard Pryor em Loucos de Dar Nó (Stir Crazy, 1980), dirigido por Sidney Poitier. As filmagens foram complicadas, principalmente devido a dependência de Pryor em cocaína na época. Mas apesar dos problemas, o filme tornou-se um enorme sucesso, e muitas vezes é considerado uma das melhores comédias de todos os tempos.




Poitier então chamou Wilder para atuar em outra comédia que estava dirigindo, Hanky Panky, Uma Dupla em Apuros (Hanky Panky, 1982). Durante as filmagens, Wilder conheceu sua colega de elenco, a atriz Gilda Radner, com quem se casou em 1984.

Os dois trabalhariam juntos novamente em vários outros projetos.



Gilda Radner e Gene Wilder em Hanky Panky, Uma Dupla em Apuros


Em 1984 o ator estrelou e dirigiu a comédia A Dama de Vermelho (The Woman in Red, 1984), ao lado da atriz Kelly LeBrock. O filme foi um dos maiores sucessos do ano, e a canção I Just Called to Say I Love You, de Stevie Wonder, levou o Oscar de Melhor Canção.








Gilda Radner também estava no elenco de A Dama de Vermelho, e com o marido também estrelou Lua de Mel Assombrada (Haunted Honeymoon, 1986), novamente sob direção de Gene Wilder.

A TriStar Pictures convenceu Wilder e  Pryor a fazer um novo filme, Cegos, Surdos e Loucos (See No Evil, Hear No Evil, 1989). Mas desta vez o filme não agradou.

Em maio de 1989, Gilda Radner faleceu, vítima de um câncer de ovário, com apenas 42 anos de idade. O ator então desacelerou a sua carreira, passando a dedicar-se a pintura, escrevendo livros (sua biografia e alguns romances) e tornou-se muito ativo em causas sociais de combate ao câncer. 



Gilda Radner e Gene Wilder



Gene Wilder atuou ainda em As Coisas Engraçadas do Amor (Funny About Love, 1990) e fez um último filme com Richard Pryor, Um Sem Juízo, Outro Sem Razão (Another You, 1991). Este acabou sendo também o último filme dos dois atores. Pryor sofria de esclerose múltipla, e a doença já era perceptível no filme.

Gene Wilder ainda faria a série Somenthing Wilder (1994-1995) e apareceria em alguns telefilmes, como Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 1999).


Gene Wilder em Alice no País das Maravilhas



Seu último trabalho como ator foi em dos episódios da série Will e Grace (Will & Grace), em 2003. Ele interpretou o advogado Stein, chefe de Will Truman, e acabou ganhando um prêmio Emmy de Melhor Ator Convidado em série de comédia.



Eric McCormack e Gene Wilder em Will e Grace



Depois, Gene Wilder se aposentou. O ator sofria de Mal de Alzheimer, o que limitava seu trabalho no cinema. Ele então se afastou, falecendo em 29 de agosto de 2016, aos 83 anos de idade.

Wilder escondeu sua doença do público, para não causar tristeza em seus fãs, principalmente por causa de seus trabalhos dedicados as crianças.






Ator Ernie Lively, pai da atriz Blake Lively, morre aos 74 anos de idade




O ator Ernie Lively, pai da atriz Blake Lively, morreu no dia 03 de junho, aos 74 anos de idade. Ernie, que atuou ao lado da filha em Quatro Amigas e um Jeans Viajante (The Sisterhood of the Traveling Pants, 2005), morreu em consequência de problemas cardíacos.



Nascido em 29 de janeiro de 1947, o ator atuou em mais de 100 produções, embora normalmente tenha feito pequenos papéis ao longo de sua carreira. Ele estreou na televisão (veículo onde trabalhou constantemente) em 1975, participando de um episódio da série Os Waltons (The Waltons). Mas talvez seja mais lembrado por ter participado dos dois filmes  Quatro Amigas e um Jeans Viajante, onde interpretou o pai da atriz Blake Lively, sua filha na vida real.

No cinema, atuou em filmes como Admiradora Secreta (Secret Admirer, 1985), Uma Dupla Quase Perfeita (Turner & Hooch, 1989), Massacre no Bairro Japonês (Showdown in Little Tokyo, 1991), Pare! Senão Mamãe Atira (Stop! Or My Mom Will Shoot, 1992) e Passageiro 57 (Passenger 57, 1992). O ator também fez diversas participações em séries de TV.


Ernie Lively em Passageiro 57


Ernie Lively em Arquivo X


Em 2013 o ator passou por um novo procedimento cardíaco, tornando-se a primeira pessoa do mundo a receber injeção de células tronco no coração para reparar artérias e músculos danificados. Na época, ele deu entrevistas dizendo que não se sentia tão bem há anos, conseguindo até a voltar a esquiar.

Com sua esposa Elaine Lively, Ernie teve dois filhos (Blake e Eric) e adotou outros três em um casamento anterior: Lori, Jason e Robyn Lively. Todos eles se tornaram atores.


Jason, Eric, Lori, Blake e Robyn Lively (com Pat Morita)


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