Morre o diretor Mauricio Sherman


Morreu na manhã desta quinta-feira (17), aos 88 anos, Maurício Sherman, um dos pioneiros da TV no Brasil - como ator, produtor e diretor. Segundo a família, Sherman morreu em casa, na Zona Sul do Rio, de complicações decorrentes de doença renal crônica.

Ele trabalhou em diversas emissoras de TV do país, como a Tupi, a Excelsior, a Bandeirantes e a Manchete. Onde lançou as apresentadoras Xuxa e Angélica.
Em várias passagens pela Globo, ajudou a criar o "Fantástico" e dirigiu humorísticos, como "Faça Humor, Não Faça Guerra", "Os Trapalhões" e os programas de Chico Anysio. 

Nascido Maurício Sherman Nizenbaum, em 32 de janeiro de 1931, na cidade de Niterói, Sherman começou a carreira como ator, no teatro, na década de 50. Embora seja um respeitado diretor, só dirigiu um único filme, o documentário Copa 78 - O Poder do Futebol (1979).


No cinema, também trabalhou como ator em diversas ocasiões, no começo de sua carreira. Seu primeiro filme foi Paixão nas Selvas (1955). Ele ainda atuou em Vamos Com Calma (1956), Sherlock de Araque (1957), Gimba, Presidente dos Valentes (1963), Os Cara de Pau (1971), Tormento (1972), Motel (1974) e Banho de Língua (1985). Já consagrado como diretor, retornou ao cinema em Até que Sorte nos Separe (2012), também como ator.

Mauricio Sherman foi casado com a atriz Riva Blance.

Mauricio Sherman, C. Coutinho, Riva Blamce e Modesto de Souza

Na televisão, como ator, estreou no Grande Teatro Tupi em 1952 e em 1961 migou para a direção, dirigndio po programa Alô Doçura (1955). Em 1961 assumiu a primeira versão da novela Gabriela, Cravo e Canela (1961), protagonizada pela atriz Janete Vollu.


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