Ator Luke Perry é hospitalizado, após sofrer AVC



O ator Luke Perry, que ficou famoso como o rebelde Dylan McKay em Barrados no Baile (Beverly Hills, 90210, 1990-2000), está internado desde o dia 27 de fevereiro em um hospital, após sofrer um Acidente Cerebral Vascular.


As informações foram divulgadas pelo site TMZ, e posteriormente confirmadas pela sua assessoria para a revista People. O hospital, entretanto, não divulgou nenhum boletim sobre seu estado de saúde.

Paramédicos foram chamados a sua residência por volta das 09:40 da manhã de quarta. Perry tem 52 anos, e atualmente interpreta Fred Andrews, pai do personagem Archie, na série Riverdale. Ele havia gravados novas cenas poucos dias antes.


K. J. Apa e Luke Perry em Riverdale



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Maestro André Previn, morre aos 89 anos


O compositor alemão, naturalizado americano, André Previn, quatro vezes vencedor do Oscar, morreu em 28 de fevereiro, aos 89 anos. Compositor, pianista e maestro, ele recebeu treze indicações aos Oscar ao longo de sua carreira.

Andreas Ludwig Priwin nasceu em Berlim, em 06 de abril de 1929.  Irmão do diretor Steve Previn, André nasceu em uma família judaica em Berlim, Alemanha. Com sua família, ele emigrou para os Estados Unidos em 1939 para escapar do regime nazista. Previn tornou-se naturalizado cidadão dos Estados Unidos em 1943 e cresceu em Los Angeles. 



Previn começou sua carreira em 1946, e curiosamente, estreou no cinema como ator, fazendo um pequeno papel em Sempre Te Amei (I've Always Loved You, 1946). No mesmo ano, foi supervisor musical do filme Correntes Ocultas (Undercurrent, 1946), com Katharine Hepburn.

Previn compôs para mais de quarenta filmes, e recebeu sua primeira indicação ao Oscar por Três Palavrinhas (Three Little Words, 1950). Ele foi agraciado com o prêmio pelos filmes Gigi (Idem, 1958), Porgy & Bess (Porgy and Bess, 1959), Irma La Douce (Idem, 1963) e Minha Bela Dama (My Fair Lady, 1964.

Em 1967, tornou-se diretor musical da Orquestra Sinfônica de Houston. Em 1968, Previn tornou-se o principal maestro da Orquestra Sinfônica de Londres, servindo neste posto até 1979. De 1976 até 1984, Previn foi o diretor musical da Orquestra Sinfônica de Pittsburg. Em 1984 foi nomeado diretor musical da Orquestra Filarmônica de Los Angeles, ficando à frente da orquestra, oficialmente, em 1985.

André Previn foi casado cinco vezes. Seus três primeiros casamentos foram com Betty Bennett, Dory Langdon e Mia Farrow (1970-1979). É o pai adotivo de Soon-Yi Previn. Depois do seu quarto casamento (com Heather Sneddon em 1982, que durou até 2002), Previn casou-se com a violinista alemã Anne-Sophie Mutter.

 Mia Farrow e André Previn



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A verdadeira história de Angelines Fernández


Angelines Fernández ficou conhecida no Brasil por seu papel no seriado Chaves (El Chavo del 8, 1979-1990), dirigido por Roberto Gomez Bolaños, progama exibido há muitos anos no Brasil pelo SBT. Porém, Angelines já era uma veterana quando ingressou para o elenco da série, já tendo uma carreira artística de mais de trinta anos de atuação. 


Nascida em Madrid, Espanha, em 9 de julho de 1922, Angelines tinha apenas 17 anos quando viu a ditadura de Francisco Franco assolar seu país. Indignada com o avanço fascista e com a miséria imposta ao seu povo, ingressou nos grupos rebeldes que combatiam o governo franquista. Aos 25 anos foi descoberta pelos militares e passou a correr risco de vida. Foi quando então tomou uma decisão difícil, a de exilar-se no exterior para escapar da morte.

Após passar por Cuba, seu destino original, a jovem migrou para o México em 1947. Lá encontrou com o ator espanhol Ángel Garasa, também refugiado da Guerra Civil espanhola. Para ajudar a compatriota, ele arranjou-lhe um pequeno papel como atriz em uma peça no Teatro Fabregas. Ela agradou tanto que no ano seguinte já era protagonista da peça La Casa del Loca (1948), no Teatro Ideal.

Angelines também começou a trabalhar como rádio-atriz, trabalhando nas rádio-novelas da Rádio XEW, na Cidade do México. Quando a televisão mexicana foi inaugurada em 31 de agosto de 1950, Angelines já era uma atriz popular, sendo o primeiro rosto a aparecer na transmissão inaugural da XE1GC, Canal 02 do México.

Meses antes, ela retornara a Cuba para também inaugurar a televisão por lá.

Ela passou a fazer diversas peças televisivas e só estreou em novelas em 1959, atuando na primeira versão de Teresa, estrelada por Maricruz Oliver. A novela era curta e teve a duração de apenas três capítulos.

Angeline Fernández, a direita, em 1961

A atriz já era uma veterana das telas mexicanas, sendo uma das atrizes da época de ouro do cinema do país. Ela estreou nas telas grandes em Maternidade Imposible (1955), estrelado por María Elena Marqués. Ela atuou em vinte e cinco filmes, tendo contracenado com grandes astros mexicanos como Arturo de Córdoba, Pedro Infante e Libertad Lamarque.


Com Cantinflas, o cômico mexicano mundialmente famoso, ela fez vários filmes, entre eles O Padrezinho (El Padrecito, 1964) e O Professor (El Profe, 1971). Neste último, trabalhou com outro veterano do cinema mexicano, Ramón Valdez, que mais tarde ficaria conhecido como Seu Madruga (Don Ramón no original), na série Chaves. Ficaram amigos e foi ele quem sugeriu Angelines para o papel de Dona Clotilde, a Bruxa do 71. E em1966 ela contracenou com María Antonieta de Las Nieves, a Chiquinha, em Un Novio para dos Hermanas (1966).

 Apesar de uma longa carreira, foi com a série de Bolanõs que a atriz conquistou maior popularidade.


Ela permaneceu no elenco da série até 1990, quanto teve de se afastar devido a um câncer de pulmão. Neste mesmo ano ela interpretou uma freira em Sor Batalla (1990), novamente ao lado de María Antonieta de Las Nieves. Seu último filme foi Bella entre Las Flores (1990).

Angelines Fernández e María Antonieta de Las Nieves em Sor Batalla

Fumante inveterada, Angelines Fernandes faleceu em 25 de março de 1995, aos 71 anos.

Há diversas informações desencontradas e até mesmo falsas na internet sobre a atriz. A mais famosa delas é a que lhe atribui o retrato de outra atriz espanhola, a famosa Sarita Montiel, como sendo ela jovem. Apesar de bastante difundida, obviamente esta é uma informação equivocada. Há também uma foto de uma jovem com uma arma, que também não é um retrato da atriz.

 
A verdadeira Angelines Fernández




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Mario Lanza e Pavarotti juntos no cinema?


Há anos circula na internet um trecho do filme O Grande Caruso (The Great Caruso, 1951), onde o tenor Mario Lanza canta Ave Maria com um coral de meninos. Na cena um jovem solista divide o número com o Lanza. Até aí, não há problema, é uma bela canção em uma cena de um filme clássico.

Ave Maria - O Grande Caruso


O problema é que o vídeo é compartilhado, afirmando que o menino que acompanha Lanza seria ninguém menos que Luciano Pavarotti, um tesouro precioso que regista o encontro de duas gerações do canto lírico, não é mesmo? Só que isto nunca aconteceu!

Pavarotti nunca conheceu Mario Lanza, e tampouco contracenou como ele. Esta é mais uma das "pegadinhas" da internet, feitas por pessoas mal intencionadas cujo único intuito é angariar alguns cliques na internet. Infelizmente, essas coisas se difundem, e acabam perpetuando mentiras. Mais ou menos como as postagens que usam fotos de Sarita Montiel e Maria Felix para dizer que são a jovem Angeline Fernandez (A Bruxa do 71, de Chaves). Leia sobre isso aqui.

Mario Lanza nasceu em 1921, e Pavarotti em 1935, uma diferença de idade de apenas 14 anos. Além do mais, sendo o filme de 1951, Pavarotti teria 16 anos na época, e claramente o menino é bem mais novo.

Luciano Pavarotti, ao centro, em 1951

Mas então quem é o menino prodígio do filme? Ele se chama Michael Collins, e era membro do coral de meninos dirigido por Phillip Hayes, que acompanham Lanza na cena. Na verdade, nem é ele quem está cantando, ele foi dublado pela soprano Jaqueline (Jackie) Allen.

Pouco se sabe sobre o menino Collins, mas definitivamente ele não e Pavarotti. O tenor italiano, embora tenha estrelado o filme Uma Voz para Milhões (Yes, Giorgio, 1982), só iria trabalhar nos Estados Unidos pela primeira vez em 1965.

Michael Collins nem chegou a ser creditado no filme.

Quem foi Jackie Allen?

Jackie Allen

Jackie Allen (1925-2009), chegou a ser cantora da orquestra de Ray Conniff, e fez algumas gravações com Mario Lanza, como corista. Ela também canta Magnificat, no começo de O Grande Caruso. Allen ainda apareceu brevemente cantando em A Última Vez que Vi Paris (The Last Time I Saw Paris, 1954).

Há ainda uma outra cantora chamada Jackie Allen, que fez alguns filmes na década de 1930. Erroneamente, a filmografia de ambas também se confunde. 


A outra Jackie Allen

O Grande Caruso, cinebiografia do tenor Enrico Caruso, ainda tem Ann Blyth no elenco, e foi um dos últimos sucessos cinematográficos de Mario Lanza.  Em 1954 Lanza foi demitido após gravar as canções de O Príncipe Estudante (The Student Prince, 1954), sendo substituído por Edmund Purdon. Leia mais sobre isto, aqui.

Purdon, que dublou Lanza no filme, foi o único ator removido da calçada da fama. 

Leia também: A estrela Ann Blyth
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Lisa Sheridan, atriz da série Invasão, morre aos 44 anos


A atriz norte-americana Lisa Sheridan, que atou em séries como Legacy, Halt and Catch Fire e Invasão (Invasion), morreu em seu apartamento em Nova Orleans. Ela tinha 44 anos de idade.

Nascida em 05 de dezembro de 1974, Sheridan frequentou a Escola Carnegie Mellon de Drama em Pittsburg, na Pensilvânia, e tem mais de 30 créditos televisivos em seu currículo. Ela estreou como atriz na série Step By Step, em 1997, e participou de episódios de séries como Diagnosis: Murder, CSI: Investigação Criminal (CSI: Crime Scene Investigation), Monk: Um Detetive Diferente (Monk), Desaparecidos (Without a Trace), CSI: Miami, O Mentalista (The Mentalist), NCIS: Investigações Criminais (NCIS: Naval Criminal Investigative Service) e CSI: Nova Iorque (CSI: NY).

Ela estreou no cinema em Geração Beat (Beat, 2000), estrelado por Courntey Love e Kiefer Sutherland. No mesmo ano atuou na comédia adolescente Carolina (Idem, 2000), estrelada por Julia Stiles e Shirley MacLaine. Em 1998 ela fez parte do elenco fixo de Legacy (1998-1999) e depois da série FreakyLinks (2000-2001). 

Seu maior destaque porém foi como a jornalista Larkin Groves na série Invansão (2005-2006), que foi cancelada após uma temporada. A série chegou a ser exibida pelo SBT. Em 2005 a revista Variety, uma das mais importantes do ramo do entretenimento, incluiu Sheridan na lista dos "10 atores para se assistir em 2005".

 Eddie Cibrian e Lisa Sheridan em Invasão
Ela trabalharia novamente com MacLaine em Elsa e Fred: Um Amor de Paixão (Elsa & Fred, 2014). Ainda atuou em filmes como A Magic Christmas (2014), com Jonathan Silverman, Burt Reynolds e C. Thomas Howell, e Only God Can (2015), sendo protagonista deste último.
Em 2018 ela também estrelou Strange Nature (2018), uma produção independente, escrita e dirigida por Jim Ojala.
 Lisa Sheridan e C. Thomas Howell em A Magic Christmas
 Sua morte foi divulgada pela atriz Donna D'Errico, sua colega de elenco em Only God Can. "É muito raro encontrar almas gentis e gentis como as dela nesta indústria, nesta cidade ... até mesmo neste mundo", escreveu ela. "Verdadeiramente uma das pessoas mais genuinamente doces e gentis que já encontrei na minha vida."
A causa da morte ainda não foi divulgada, e seu agente afirmou à revista People que vai esperar o relatório do legista para se manifestar, mas sua família insiste que ela não tirou a própria vida.
Lisa Sheridan faleceu em 25 de fevereiro de 2019, aos 44 anos de idade.


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Curiosidades sobre Elizabeth Taylor


Elizabeth Taylor, a atriz de olhos violeta, sempre será uma das maiores estrelas da história do cinema. Liz nasceu em 27 de fevereiro de 1932, em Londres, e foi uma das pessoas mais comentadas e fotografadas do mundo.

Escrever sua biografia ficaria muito extenso, e claro, eu esqueceria um monte de coisas mesmo assim. Então preparei uma lista com alguns aspectos curiosos de sua vida.

Seus pais eram americanos

Apesar de ter nascido na Inglaterra, seus pais eram na verdade americanos que estavam apenas trabalhando na país. Sua mãe era abusiva e as vezes até violenta, na ânsia de fazer da filha uma estrela.

Elizabeth Taylor e sua mãe Sara


Seu irmão mais velho, Howard Taylor, também foi ator

Eles contracenaram em A Mocidade é Assim Mesmo (National Velvet, 1944) e O Homem que Veio de Longe (Boom, 1968). Mas Howard Taylor (1929) nunca teve grande destaque na carreira.

 Os Taylors em O Homem que Veio de Longe e na infância

Estreou no cinema aos 10 anos de idade

No filme O Rei das Vitaminas (There's One Born Every Minute, 1942), onde contracenou com ex-batutinha Carl 'Alfalfa' Switzer.

 Carl 'Alfalfa' Switzer e Elizabeth Taylor


Contracenou com Carmen Miranda

Na MGM, elas trabalharam juntas em O Príncipe Encantado (A Date with Judy, 1948). Elizabeth Taylor tinha 16 anos na época.

 Carmen Miranda, Xavier Cugat, Jane Powell e Elizabeth Taylor em O Príncipe Encantado

Aos 19 anos, um agente disse que ela estava acabada

Em 1951 um agente de elenco escreveu na sua ficha: "A garota não tem nada. Seus olhos são velhos demais". Neste mesmo ano ela estrelou Um Lugar ao Sol (A Place in the Sun, 1951).



Elizabeth Taylor aos 19 anos de idade


Era a melhor amiga de Montgomery Clift

Em 1949 a MGM obrigou ela a acompanha-lo na estreia de Lágrimas Tardias (Too Late to Tears, 1949). Clift era gay, e o estúdio queria obrigá-los a fingirem um namoro para disfarçar. Eles se conheceram minutos antes de chegarem ao filme, mas ficaram grandes amigos por toda a vida.  Clift costumava chamá-la de "Bessie Mae" e a atriz afirmava que foi ele quem a incentivou a levar sua carreira a sério.

Elizabeth Taylor e Montgomery Clift brincando em um intervalo de filmagem

Salvou a vida de Montgomery Clift

Em 1956 o ator teve um grave acidente de carro, quase fatal, ao sair da casa de Liz. Ela arrombou a porta de trás do carro, rastejou até o banco da frente e tirou dois dentes da garganta do ator, que estava sufocando. Ele teria morrido em poucos minutos se ela não tivesse feito isto.

Clift teve o rosto desfigurado, e entrou em grande depressão, agravada com os problemas de sua homossexualidade não assumida, que o consumiam (ele sentia culpa por ser gay). Ele passou a abusar das drogas. Dez anos depois, o ator foi encontrado morto em seu quarto, a autópsia definiu que ele sofrera de uma "doença arterial coronariana oclusiva". Já Robert Lewis, seu professor de atuação, disse que Clift morreu vítima do "maior suícidio da história".


O carro de Montgomery Clift

Casou-se 8 vezes

Sendo que duas vezes com o mesmo marido (Richard Burton). A atriz só perdeu em números de casamentos em Hollywood para Zsa Zsa Gabor, que se casou nove vezes. O primeiro marido de Liz era Conrard Hilton Jr. filho do magnata hoteleiro Conrard Hilton, que foi o primeiro marido de Zsa Zsa. Conrard Jr. é tio avô de Paris Hilton.

Zsa Zsa Gabor e Elizabeth Taylor

Seu primeiro casamento foi usado para promover um filme


A estréia de O Papai da Noiva (The Father of Bridge, 1951), ocorreu dois dias depois dela se casar com Conrard Hilton Jr. A publicidade em torno do casamento real, serviu para fazer o filme bem sucedido. Já o casamento não teve o mesmo sucesso, durando apenas os três meses da lua de mel na Europa. Hilton abusava das drogas, e era extremamente violento.

Elizabeth Taylor e Conrard Hilton

Foi figurante quando já era famosa

Em 1951 Elizabeth Taylor foi figurante no épico Quo Vadis (Idem, 1951). Ela já era uma estrela importante, e chegou a disputar o papel que ficou com Deborah Kerr. Mas manteve o espírito esportivo, e fez uma pequena cena no filme por brincadeira. Ela repetiu o gesto, por brincadeira, em Becket, O Favorito do Rei (Becket, 1964) e Ana dos Mil Dias (Anne of the Thousand Days, 1969), ambos estrelados por Richard Burton.

Elizabeth Taylor em Quo Vadis

Estampou 14 vezes a capa da revista People

A única pessoa que bateu seu recorde na revista foi a Princesa Diana. Ao todo, Elizabeth Taylor estampou mais de 1000 capas de revistas. Ela também tem o recorde de capas da revista Life.


Odiava ser chamada de Liz

Embora frequentemente fosse chamada de Liz Taylor, ela odiava o apelido. Mas vamos continuar chamando-a a assim eventualmente por aqui.


Foi a inspiração para uma heroína dos quadrinhos

Em 1959 ela foi usada como inspiração para as ilustrações originais de Carol Ferris, o interesse amoroso do Lanterna Verde. Posteriormente Ferris tornou-se a  per-heroína Star Sapphire (Safira Estrela, no Brasil).



Interpretou uma mulher madura com apenas 24 anos de idade

 Denis Hopper, Elizabeth Taylor e Rok Hudson em Assim Caminha a Humanidade

Em Assim Caminha a Humanidade (Giant, 1956), ela interpreou a mãe de Dennis Hopper, Fran Bennett e Carroll Baker. Porém, ela só era apenas quatro anos mais velha que Hopper, dois mais que Bennett e apenas nove meses mais velha que Baker.

Entrou em colapso com a morte de James Dean

Liz adorava James Dean, e quando ele morreu repentinamente em um acidente de carro, no início do outono de 1955, ela precisou ser internada em um hospital psiquiátrico por alguns dias.

 Elizabeth Taylor e James Dean


Tinha uma saúde muito frágil
  
Ao longo de sua vida, foi internada mais de 100 vezes, e passou por mais de 40 operações, desde a infância. Quebrou a coluna em quatro ocasiões diferentes. Sobreviveu a dois câncers, sendo que um deles era um tumor cerebral, que lhe causavam convulsões. Em 1990 declarou que ainda gostaria de atuar, mas nenhum estúdio tinha coragem de a contratá-la, com medo que ela morresse durante as filmagens. Em 2008 teve uma parada cardíaca e foi mantida viva por aparelhos. Em 2010, apesar de sentir muitas dores, disse aos médicos que não queria mais se submeter a novas cirurgias. Ela faleceu no ano seguinte, aos 79 anos de idade.

 Elizabeth Taylor após remover um tumor cerebral, em 1997

Foi declarada morta em 1960

Durante as filmagens de Disque Butterfield 8 (Butterfield 8, 1960), Liz precisou fazer uma  traqueostomia de emergência para salvar sua vida. Ela passou mal durante a operação, e os médicos chegara a anunciar a sua morte. 

 Elizabeth Taylor em Disque Butterfield 8 

Tornou-se rival de Shirley MacLaine


Elizabeth Taylor ganhou um Oscar por Disque Butterfield , derrotando a então favorita Shirley MacLaine, indicada por Se Meu Apartamento Falasse (The Appartament, 1960). Muitos disseram que Liz recebeu os votos por pena, devido ao seu estado de saúde e a morte recente de seu terceiro marido, Mike Todd, em um desastre aéreo.

Sua cicratiz era visível no Oscar noite. MacLaine declarou a imprensa "eu perdi uma traqueostomia". Em 1964, Elizabeth Taylor abandonou as filmagens de A Senhora e Seus Maridos (What a Way to Go!, 1964), devido a novos problemas de saúde, e foi substituída por Shirley MacLaine.

 Shirley MacLaine, Mike Todd e Elizabeth Taylor em 1956

 Foi obrigada a trabalhar em Disque Butterfield 8

Taylor queria se aposentar após fazer Gata em Teto de Zinco Quente (Cat on a Hot Tin Roof, 1958), e seu marido, Mike Todd, que era produtor havia feito um acordo verbal sobre isso com a MGM, mas depois de sua morte, o estúdio forçou Taylor a fazer Disque Butterfield 8 (Butterfield 8, 1960), a fim de cumprir os termos de seu contrato. Como resultado, Taylor se recusou a falar com o produtor durante as filmagens e odiou o filme.

 Elizabeth Taylor, Laurence Harvey e o diretor Daniel Mann nas filmagens de Disque Butterfield 8

Recebeu dois Oscars

O primeiro por Disque Butterfield 8 (Butterfield 8, 1960). Esta era a quarta indicação seguida da atriz, que havia sido indicada anteriormente por A Árvore da Vida (Raintree Country, 1957), Gata em Teto de Zinco Quente (Cat on a Hot Tin Roof, 1958) e De Repente, no Último Verão (Suddenly, Last Summer, 1959).

Apenas outros quatro atores tiveram quatro indicações consecutivas, são eles: Jennifer Jones, Thelma Ritter, Marlon Brando  e Al Pacino. Em 1966 ela receberia seu segundo Oscar por Quem Tem Medo de Virginia Wolf? (Who's Afraid of Virginia Woolf?, 1966), mas não estava presente na cerimônia e Anne Bancroft recebeu o prêmio por ela. Em 1993 ela recebeu um Oscar especial pelo conjunto de sua obra.

Em 2003 ela se recusou a comparecer a festa do Oscar, devido a sua oposição à guerra no Iraque.

 Elizabeth Taylor e seu Oscar Especial

Traiu a amiga Debbie Reynolds

Elizabeth Taylor e Debbie Reynolds eram amigas desde a infância. Ambas estudaram na escola de atores mirins da MGM. Quando Mike Todd faleceu em um desastre aéreo, Liz ficou devastada. Na época Debbie era casada com o ator e cantor Eddie Fisher, que era grande amigo de Mike. O casal convidou a atriz para morar uns tempos com eles, para ela superar o trauma. 

Mas Eddie largou Debbie e seus filhos pequenos Todd e Carrie Fisher para se casar com Taylor. Eles se casaram em 12 de maio de 1959, três horas após Fisher assinar o divórcio com Debbie. 

Apesar de Liz ter sido madrasta de Carrie Fisher por cinco anos, ela e Debbie ficaram anos sem se falar.

Mike Todd, Elizabeth Taylor,Eddie Fisher e Debbie Reynolds 

Converteu-se ao judaísmo aos 27 anos

Embora Taylor tenha sido criada como cientista cristã, em 1959, aos 27 anos, ela se converteu ao judaísmo. Ela negou que sua conversão tenha sido motivada por seus casamentos com Mike Todd ou Eddie Fisher (ambos judeus), dizendo que ela sempre foi atraída pelo judaísmo. Sua conversão ocorreu no Templo Israel de Hollywood, onde ela estudou Torá e história e tradições judaicas sob o rabino Max Nussbaum. É tradicional que os convertidos recebam um equivalente hebraico aos seus nomes na conversão (uma vez que eles não teriam recebido um logo após o nascimento, como teriam nascido os que nasceram no judaísmo); Taylor era Elisheba Rachel, Elisheba sendo o hebraico para "Elizabeth", e Rachel sendo o nome da segunda esposa de Jacob na Torá.

 Liz Taylor no muro das lamentações, em Israel

Foi a primeira atriz a receber US $ 1.000.000 de dólares

Ela recebeu o cachê milionário ao atuar na super produção Cleópatra (Cleopatra, 1963), onde contracenou com Richard Burton, com quem se casou no ano seguinte. E novamente em 1975.
Eles fizeram 11 filmes juntos, fora os que ela participou como figurante.

Em 1963, o homem mais bem pago dos Estados Unidos recebia US $ 650.000, já o salário do presidente John Kennedy era de US $ 150.000.


Elizabeth Taylor em Cléopatra

Tinha uma coleção de jóias


Ela possuía algumas das jóias mais magníficas do mundo, incluindo o "Krupp Diamond" de 33 quilates, o broche de diamantes da Duquesa de Windsor, a esmeralda da grã-duquesa da Rússia, e o famoso "Burton-Cartier Diamond" de 69 quilates em forma de pêra que Burton deu a ela em 1969 (posteriormente rebatizado como "Burton-Taylor Diamond"). Eddie Fisher dizia que um diamante podia deixar Taylor feliz por quatro dias.

Em 2006 ela lançou sua própria coleção de jóias, e escreveu um livro sobre diamantes. Ela era considerada uma perita sobre o assunto.




Possuía a jóia favorita de Hitler


O diamante Krupp havia sido roubado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e fazia parte da coleção de Adolf Hitler, e era sua jóia favorita. Quando Liz o ganhou disse "nada poderia ser mais irônico que seu estimado tesouro enfeitasse uma boa menina judia".



Elizabeth Taylor e o diamante Krupp

Lucille Ball usou o diamante Krupp

Elizabeth Taylor participou de um episódio de Here's Lucy (1968), e em uma das cenas, Lucille Ball pegava seu diamante e colocava no dedo, não conseguindo tirá-lo depois. Na época, a jóia era avaliada em 3 milhões de dólares.


Richard Burton, Lucille Ball (e o diamante) e Elizabeth Taylor

Lançou 12 perfumes ao longo da vida

São eles: Passion (1988), Passion for Men (1989), White Diamonds (1991), Diamonds e Emeralds (1993), Diamonds and Rubies (1993), Diamonds e Sapphires (1993), Black Pearls (1996), Sparkling White Diamonds (1999), Bright White Diamonds (2001), Forever Elizabeth (2002) , Gardenia (2003) e Violet Eyes (2010).



Vendeu parte de suas jóias para ajudar o próximo


Em 1985 seu amigo Rock Hudson declarou ao público que tinha AIDS. Liz então organizou um evento para arrecadar fundos para pesquisas sobre a doença.  O evento contou com a ex-primeira dama Betty Ford, Burt Lancaster, Sammy Davis Jr., Burt Reynolds e sua antiga rival Shirley MacLaine. Na noite foram arrecadados 1,3 milhões de dólares. Descontente com o resultado, ela leilou diversas de suas jóias, incluindo o Krupp Diamond. Nos doze anos seguintes, a instituição criada por Taylor arrecadou oitenta e três milhões de dólares, investidos em pesquisas.

No mesmo ano, ela vendeu Burton-Taylor Diamond, e a renda converteu-se na construção de um hospital em Botsuana. Em 2006, ela doou US $ 500.000 para a Força-Tarefa contra a AIDS de Nova Orleans, o dinheiro foi usado para comprar unidades médicas móveis, usadas para as vítimas do furacão Katrina.



Foi retratada por Andy Warhol

O artista pintou Taylor em 1963 por duas ocasiões. Em 2007 uma delas foi vendida por 23,7 milhões de dólares. A segunda, vendida em 2010, alcançou o valor de 63,3 milhões. Ambos os compradores permanecem anônimos.


Queria protagonizar My Fair Lady

Elizabeth Taylor fez grandes esforços para ficar com o papel de Eliza Dolittle em Minha Bela Dama (My Fair Lady, 1964), mas Audrey Hepburn acabou sendo escalada. Julie Andrews, Shirley Jones, Shirley MacLaine e Connie Stevens (com quem Eddie Fisher se casou após se divorciar de Liz), também disputaram o papel.


Julie Andrews, Shirley Jones, Shirley MacLaine, Connie Stevens e Elizabeth Taylor

Seu último sucesso foi aos 34 anos


Apesar de ter ganho o Oscar por Quem Tem Medo de Virginia Wolf? (Who's Afraid of Virginia Woolf?, 1966),este foi seu último sucesso no cinema. Curiosamente, o segundo prêmio não fez nada por sua carreira. Após ganhar um segundo Oscar, Liz só atuou em mais 12 longas posteriormente, sendo que seu último trabalho como protagonista foi em em 1980, no filme A Maldição do Espelho (The Mirror Crack'd,1980), com Kim Novak.


Kim Novak e Elizabeth Taylor em A Maldição do Espelho

Joan Collins devia ser "A Nova Elizabeth Taylor"


Joan Collins surgiu para ser sua substituta, embora nunca tenha alcançado seu sucesso no cinema. Em 1981 Liz recusou o papel de Alexis Carrington Colby em Dinastia (Dynasty). Collins assumiu o papel, que consagrou sua carreira.

 Joan Collins em Dinastia

Demitiu Sharon Tate

Sharon Tate ainda começava quando foi escalada para um pequeno papel em Adeus às Ilusões (The Sandpiper, 1965). Intimidada por sua beleza, Liz Taylor fez com que ela fosse demitida e cortada do filme.


Joan Collins e Sharon Tate

Seu último filme foi Os Flintstones


Liz interpretou a mãe de Wilma Flintstone, em Os Flintstones: O Filme (The Flintstones, 1994). Ela recebeu dois milhões e meios de dólares por uma pequena participação. Em seu primeiro filme, a atriz recebeu um cachê de 100 dólares.

 Elizabeth Taylor e elenco de Flintstones

Joan Collins a substituiu em Os Flintstones 2

Ninguém do elenco original trabalhou na sequência Os Flintstones em Viva Rock Vegas (The Flintstones in Viva Rock Vegas, 2000). Joan Collins assumiu o papel de Pearl, a sogra de Fred Flintstone, que havia sido de Liz anteriromente.

 Joan Collins em Os Flintstones em Viva Rock Vegas


Era vizinha de Julie London


Elizabeth Taylor era vizinha da atriz e cantora Julie London. Liz morava na mansão onde Frank Sinatra viveu com sua primeira esposa, Nancy Barbato.


A mansão de Elizabeth Taylor

Foi a voz de Maggie Simpson


A personagem Maggie Simpson, o bebê da família, falou em um único episódio, sendo dublada por Elizabth Taylor. A atriz participou novamente da série, fazendo ela mesma.


Elizabeth Taylor em Os Simpsons

Interpretou Louella Parsons


Louella Parsons e Hedda Hopper eram as duas maiores colunistas de fofocas dos anos de ouro de Hollywood. Elas se deliciavam com cada escândalo envolvendo a vida da atriz. Liz interpretou Louella no telefilme Malícia no país das maravilhas (Malice in Wonderland, 1985). Jane Alexander viveu Hedda Hoopper.

 Elizabeth Taylor em Malícia no país das maravilhas

Era amiga de Michael Jackson

A atriz e o cantor eram muito amigos, e ela era madrinha de dois de seus filhos, Paris e Prince Michael.


Seu último trabalho foi com velhos desafetos

Carrie Fisher queria que a mãe fizesse as pazes com Taylor enquanto ainda fosse possível. Em 2001 ela escreveu e produziu o telefilme As Damas de Hollywood (These Old Broads, 2001). No elenco, Elizabeth Taylor, Debbie Reynolds, Shirley MacLaine e Joan Collins. Durante os intervalos, Elizabeth Taylor permanecia em uma cadeira de rodas. 

Originalmente o papel de Collins seria de Lauren Bacall, mas ela já tinha firmado outros compromissos e não pode aceitar. Julie Andrews também acabou desistindo do projeto. Elizabeth Taylor e Debbie Reynolds voltaram a ser amigas, e no mesmo ano, Eddie Fisher telefonou para Liz, após mais de 40 anos sem falar com ela.

Este foi o último trabalho de Elizabeth Taylor, que ainda participou de um clipe do cantor Elton John, antes de se aposentar, em 2003.

 As Damas de Hollywood

Foi nomeada dama do Império Britânico

Em 2000 ela e Julie Andrews receberam o título das mãos da Rainha Elizabeth.


Sua vida foi contada em três filmes

Elizabeth Taylor foi retratada em três filmes, todos feitos para a televisão. Ela foi vivida por Sherilyn Fenn em Liz: The Elizabeth Taylor Story (1995), Lindsay Lohan em Liz & Dick (Idem, 2012) e Helena Bohan Carter em Burton e Taylor (Burton and Taylor, 2013).


Seu obituário já estava pronto há anos

Quando morreu, em 2011, o jornal The New York Times publicou um obituário que já estava escrito desde 1997, quando ela teve um tumor cerebral. O texto foi escrito pelo crítico de teatro e repórter cultural Mel Gussow, que havia morrido em 2005.


 
Collin Farrell discursou em seu enterro

O ator Collin Farrell leu um  poema de Gerard Manley Hopkins, chamado "The Leaden Echo and the Golden Echo", durante o enterro da atriz. Em 2013, durante o programa de entrevistas de Ellen Degeneres, ele declarou que teve um relacionamento romântico com a atriz, pouco antes dela falecer. Liz era 44 anos mais velha que ele.



Teve diversos relacionamentos

Além de seus maridos, e de Collin Farrell, Elizabeth Taylor namorou com diversos artistas, incluindo  Mickey Rooney, Richard Long, Marshall Thompson, Stanley Donen, Pat DiCicco, Kevin McClory, Peter Lawford, Ivan Moffat, Ralph Kiner, Arthur M. Loew Jr., Peter O'Toole, Henry Wynberg, Robert Stack, Vic Damone, David Bowie, Anthony Geary, Carl Bernstein, George Hamilton e Rod Steiger.

 Elizabeth Taylor e Stanley Donen

Não ligava para o que diziam sobre ela


A imagem resume tudo


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