Daria Halprin e Mark Frechette, os astros de Zabriskie Point


Zabriskie Point (Idem, 1970) foi o segundo dos três filmes feitos pelo cineasta italiano Michelangelo Antonioni nos Estados Unidos. 

A obra mostra o movimento da contra-cultura norte-americana da década de 60 e 70, e foi estrelado por Daria Halprin e Mark Frechette, ambos sem experiências artísticas anteriores.

Em 1966 Antonioni estava nos Estados Unidos, filmando Blow Up - Depois Daquele Beijo (Blow Up, 1966), quando leu um artigo sobre um jovem que roubou um aeroplano e foi morto tentando voltar para o Arizona. O artigo o inspirou a fazer Zabriskie Point. Antonioni escreveu o esboço da história e contratou o jovem Sam Shepard para fazer o roteiro, que ainda teve colaboração de Franco Rossetti e Clare Peploe (esposa de Bernardo Bertolucci). 

Carlo Ponti produziu a obra, que foi filmada pela MGM. Na América, Antônioni ainda faria Profissão: Repórter (Professione: Reporter, 1975).

E embora o filme contasse com um elenco de veteranos, como G. D. Spradlin, Rod Taylor (de Os Pássaros) e Paul Fix, antigo instrutor de atuação de John Wayne, o diretor queria rostos novos para a produção, que contava a vida de jovens idealistas que moravam em uma comunidade hippie.

O produtor do filme viu Mark Frechette na rua, discutindo com uma mulher. Ele era carpinteiro na época, e estava em uma sacada discutindo com uma mulher que estava no ponto de ônibus. Exaltado, Frechette jogou um vaso de plantas contra ela, mas não a acertou.

O rapaz foi levado a Antonioni, e foi apresentado como "ele tem vinte e odeia". Foi o suficiente para o diretor escalar o jovem, que havia largado a escola e já havia sido preso algumas vezes por pequenos delitos, e internado por problemas emocionais em outras tantas ocasiões.

Mark Ernest Frechette nasceu em Boston, em 04 de dezembro de 1947. Ele recebeu 60 mil pelo trabalho, e doou todo o seu cachê para a comunidade hippie de Mel Lyman, que havia recusado o seu ingresso anteriormente.

Mark Frechette

Daria Halprin era filha do arquiteto Lawrence Halprin e da bailarina Anna Halprin. Ela largou a faculdade de antropologia para estrear no cinema em Zabriskie Point.

Nascida em 30 de dezembro de 1948, seu nome completo é Daria Schuman Halprin.

Daria Haplrin

O filme ainda tem participação da ativista política Kathleen Cleaver, membro dos Panteras Negras, e figuração de Harrison Ford, em começo de carreira.

Interpretando a si mesmo, também aparece no filme o veterano boxeador Johnny Wilson, campeão mundial de pesos-médios entre 1920 e 1923, em sua única incursão no cinema.

Johnny Wilson na década de 1920


Durante as filmagens, Frechette e Antonioni brigaram muito devido ao roteiro da obra. E o casal de protagonistas, cujos personagens foram chamados de Mark e Daria também no filme, viveram um romance.

Ao término da produção, eles foram viver juntos em uma comunidade hippie. Mas o casal se separou pouco tempo depois, e Daria Halprin deixou a comunidade. Ela ainda atuou em O Arquivo Secreto (The Jersulaem File, 1972), mas deixou a carreira de atriz. Entre 1972 e 1976 foi casada com o ator Dennis Hopper, com quem teve um filho.

Dennis Hopper e Daria Halprin

Depois de parar de atuar, passou a dedicar-se ao ensino da dança e ao estudo do corpo e movimento. Atualmente é poeta, professora, escritora e terapeuta. Em 1978, fundou o Estúdio Tamalpa, onde trabalha até hoje.

Daria Halprin, atualmente

Mark Frechette, após Zambriskie Point, ainda atuou em A Vontade de Um General (Uomini Contro, 1970) e La Grande Scrofa Nera (1971), ambos feitos na Itália.

Mark Frechette em A Vontade de Um General 

Em 1973 ele foi preso após um assalto a banco. Seu cúmplice foi morto pela polícia durante a ação. Ao ser preso, declarou que o assalto "seria como um ataque direto a tudo que está sufocando o país até a morte."

Dois anos depois, ele morreu na prisão em 27 de setembro de 1975. Frechette estava fazendo musculação, quando a barra com 50 quilos de peso que levantava caiu sobre seu pescoço. Ele tinha apenas 27 anos de idade. Embora considerada como acidental, muitos suspeitam que ele possa ter sido morto por desafetos da prisão.


Zambriskie Point teve problemas com censura, e como todos os filmes norte-americanos de Antonioni, não deu bom resultados de bilheteria, fazendo com que a MGM rompesse o contrato com o diretor.

Porém, hoje os três filmes da trilogia americana, são considerados clássicos do cinema.

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Morre a atriz Hilda Rebello, mãe de Jorge Fernando


A atriz Hilda Rebello faleceu no dia 29 de dezembro, aos 95 anos. Mãe do ator e diretor Jorge Fernando, a atriz estava internada há alguns dias, e faleceu vítima de uma infecção respiratória.

Hilda entrou para o Guinnes Book por iniciar a carreira artística aos 68 anos de idade, tornando-se a atriz estreante com a idade mais avançada.


Jorge Fernando e Hilda Rebello


Hilda de Medeiros Rebello nasceu no dia 30 de setembro de 1924, na cidade do Rio de Janeiro. Na juventude, ela sonhava em ser atriz, mas o pai frustou seus planos. Foi o seu filho quem incentivou a mãe a realizar o sonho, após ficar viúva.

A jovem Hilda Rebello, em seu casamento

Após ser impedida pela família de ser atriz, Hilda casou-se e passou a dedicar-se a casa e a família. Para complementar a renda, dava aulas de corte e costura para algumas amigas. Após a morte do marido, a atriz Louise Cardoso, disse a Hilda que ira fazer aulas de teatro junto com sua mãe, na tradicional escola Tablado. Louise ainda informou que já havia feito a matricula e pago o curso para Hilda, que não teve como recusar o presente. Ela tinha 62 anos na época.

Aos 68 anos de idade, Hilda estreou no teatro na peça A História de Boto Vermelho. Com a ajuda do filho, participou de Que Rei Sou Eu? (1989), sua primeira novela.


Hilda Rebello, Claudia Abreu e Stenio Garcia, em Que rei Sou Eu?

Desde então, Hilda já atuou em diversas novelas, séries e programas de TV, como Rainha da Sucata (1990), Vamp (1991), A Próxima Vítima (1995), Chocolate com Pimenta (2003), Ti Ti Ti (2010), Alto Astral (2015) e Haja Coração (2016), sua ultima participação na televisão.




No cinema, Hilda estreou como a avó do Menino Maluquinho, em Menino Maluquinho - O Filme (1995). Também atuou em Sexo, Amor e Traição (2004), Irma Vap - O Retorno (2006), Xuxa Gêmeas (2006) e A Guerra dos Rocha (2008).

Hilda Rebello faleceu dois meses depois da morte do seu filho, Jorge Fernando.

Samuel Costa, Hilda Rebello e Luiz Carlos Arutim em Menino Maluquinho - O Filme


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Sue Lyon, a estrela de Lolita, morre aos 73 anos


Sue Lyon, a estrela do polêmico Lolita (Idem, 1962), de Stanley Kubrick, morreu no dia 26 de dezembro, aos 73 anos de idade.


Suellyn Lyon nasceu em Iowa, em 10 de junho de 1946. Ela já havia feito alguns trabalhos na televisão, antes de estrear no cinema no clássico de Kubrick. Ela tinha 15 anos quando foi descoberta pelo diretor, e ganhou um Globo de Ouro de Atriz Revelação por este papel.

Seu filme seguinte foi A Noite do Iguana (The Night of the Iguana, 1964), de John Huston

Richard Burton e Sue Lyon em A Noite do Iguana

Na década de 60 ainda atuou em filmes como 7 Mulheres (7 Women, 1966) e Tony Rome (Idem, 1967), mas sua carreira declinou nos anos seguintes. Sue Lyon atuou em filmes menores até 1986, fazendo também muitos trabalhos na televisão.

Após deixar o cinema, a atriz passou a viver reclusa, não dando entrevistas e aparecendo pouco em público. A causa da morte da atriz não foi divulgada, mas um amigo disse ao jornal New York Times que sua saúde já estava debilitada há anos.




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Adriana Prieto, a breve "Greta Garbo Brasileira"


A atriz Adriana Prieto viveu intensamente, e apesar de ter falecido com apenas 24 anos de idade, no auge de sua carreira, marcou sua presença no cinema brasileiro, onde teve uma prolífica e meteórica carreira. A Revista Intervalo a chamou de "A Greta Garbo Brasileira", embora a atriz tivesse nascido na Argentina.


Filha de um diplomata chileno e mãe brasileira, Adriana Prieto nasceu em Buenos Aires, mas aos quatro anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro. Foi aluna do tradicional Colégio Pedro II e na escola ela tomou gosto pela interpretação.

O pai era ausente, e aos 12 anos ela foi mandanda para um colégio interno de freiras. Lá, chegou a acreditar que o pai havia morrido, pois ele nunca a visitava. No colégio, ela foi abusada sexualmente, o que também fez com que a jovem se afastasse da mãe.

Mas o irmão Carlos Prieto, que tornou-se um famoso decorador, era seu apoio. Carlos era homossexual, e tinha na irmã uma musa. Ele a maquiava e a vestia, e dizia que ela se parecia com Marlene Dietrich, e deveria ser uma estrela como a atriz alemã.

Carlos, Adriana Prieto e o ator Fernando Reski, prestigiando Leila Diniz, no teatro

Aos 17 anos de idade ela foi descoberta pelo diretor Nelson Pereira dos Santos, que a escalou para atuar em El Justicero (1967). O papel lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Teresópolis, e fez de Adriana uma estrela.

Adruíno Colasanti e Adriana Prieto em El Justicero

Em seguida Jece Valadão a escalou para atuar em A Lei do Cão (1967) e As Sete Faces de Um Cafajeste (1968). E embora em 1967 tenha feito sua estréia no teatro, e uma pequena participação na novela A Rainha Louca (1967), na Rede Globo, foi no cinema onde a atriz mais brilhou.

Era um tempo em que uma artista brasileira conseguia viver só do cinema, e Adriana tornou-se uma de nossas estrelas mais bem pagas. Ela atuou sob direção de nomes como Reginaldo Farias, Domingos de Oliveira, Walter Hugo Khouri, David Neves e Roberto Santos, entre outros, fazendo 18 filmes em menos de uma década de carreira.

Marisa Urban, Jece Valadão, Adriana Prieto e Odete Lara

Adriana ainda atuou em Os Paqueras (1969), As Duas Faces da Moeda (1969), A Penúltima Donzela (1969), Balada da Página Três (1969), Memória de Helena (1969), As Gatinhas (1970), Uma Mulher Para Sábado (1971), O Palácio dos Anjos (1971), Ipanema Toda Nua (1971), Soninha Toda Pura (1971), Um Anjo Mau (1972), A Viúva Virgem (1972), e Ainda Agarro Essa Vizinha (1974). Por seu desempenho em Lúcia McCartney, Uma Garota de Programa (1971), ganhou o Prêmio Air France de Melhor Atriz.


 Adriana Prieto em Um Anjo Mau


Em 1971 a Rede Globo tentou contratar a atriz para atuar na novela Bandeira 2, mas a atriz considerou o salário oferecido uma ofensa, muito inferior ao que ela ganhava para fazer cinema, que tomava menos tempo de filmagem.

Mas a convite do amigo Jece Valadão, aceitou atuar na novela Tempo de Viver (1972), na TV Tupi. Valadão era o diretor desta obra, escrita por Péricles Leal.


Na véspera do natal de 1974, Adriana Prieto dirigia seu fusca pelas ruas do Rio de Janeiro, quando uma viatura da polícia bateu contra seu veículo. Ela chegou a ser levada com vida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos, falecendo com apenas 24 anos de idade.

Adriana havia acabado de filmar O Casamento (1974), de Arnaldo Jabor, que foi lançado depois de sua morte. Na época, os filmes não eram gravados com som direto, e a atriz Norma Blum precisou dublar as falas da atriz.


Cidinha Milian e Adriana Prieto

Adriana Prieto na capa do Pasquim, em 1971



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Morre a comediante Zilda Cardoso


A atriz e comediante Zilda Cardoso faleceu em sua residência no dia 20 de dezembro, aos 83 anos de idade.

Nascida em São Paulo, em 04 de janeiro de 1936, Zilda ficou famosa com a personagem Catifunda, na Escolinha do Professor Raimundo.

Ela estreou na TV Paulista em 1961, substituindo a atriz Heloisa Mafalda. Ao longo dos anos destacou-se em programas humoristivos, sendo uma das ultimas integrabtes da Praça da Alegria dos tempos de Manoel de Nóbrega.

No cinema, atuou em O Lamparina (1963), Meu Japão Brasileor (1964), Golias Contra o Homem das Bolinhas (1969) e O dólar furado (1970). Na televisão também ė lembrada por sua atuação na novela Meu Bem, Meu Mau (1990).

Zilda faleceu em seu apartamento, e seu corpo foi encontrado por sua cuidadora.

 Zilda Cardoso e Mazzaropi, no cinema

Lima Duarte ė Zilda Cardoso





Morre Claudine Auger, de 007 Contra a Chantagem Atômica


A atriz francesa Claudine Auger, a Bond Girl Domino de 007 Contra a Chantagem Atômica  (Thundeball, 1965), faleceu no dia 18, aos 78 anos de idade.

Claudine foi Miss França em 1958 e foi a primeira Bond Girl francesa. Ela estreou no cinema em 1960 ė foi casada com o cineasta Pierre Gaspar-Huit. Como atriz atuou em diversos filmes antes de estrear na saga 007.


A causa da morte da atriz não foi divulgada.




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Morre a atriz Anna Karina, aos 79 anos de idade


A atriz, cantora, diretora e produtora Anna Karina faleceu no dia 14 de dezembro, aos 79 anos de idade.

Musa de Jean-Luc Godard, Anna Karina nasceu na Dinamarca em 22 de setembro de 1940, com o nome de Hanne Karen Bayer. Aos 18 anos ela mudou-se para Paris, onde começou a trabalhar como modelo para Coco Channel.

Em 1960 ela conheceu Godard, que lhe ofereceu um papel em Acossado (Idem, 1960), mas ela recusou por ter de aparecer nua na obra. No ano seguinte, ela e o diretor se casariam, permanecendo casados até 1967.

Ela estreou no cinema em Agora ou Nunca (Ce Soir ou Jamais, 1961), de Michel Deville. Antes, havia atuado em dois curta-metragens.

Anna Karina se tornaria uma das musas da Nouvelle Vague francesa, sendo dirigida por nomes como Agnès Varda, Roger Vadim, Valerio Zurlini, Luchino Viscontti, Jacques Rivette e Rainer Werner Fassbinder. Em Hollywood, trabalhou com diretores como George Stevens e George Cukor.

Em 1961 ela estrelou Uma Mulher é Uma Mulher (Une Femme est une Femme, 1961), de Godard. O filme lhe rendeu um Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim.


Anna Karina atuou em mais de 80 filmes, incluindo outros quatro dirigidos por Godard. Em 1969 ela foi para Hollywood, onde fez Justine (Idem, 1969) e A Noite Infiel (Laughter in the Dar, 1969). 

Anna Karina e Dirk Bogarde em Justine

Em 1973 ela fundou sua própria produtora, e estreou na direção com Vivre Ensemble (1973), que foi exibido no Festival de Cannes daquele ano. Ela também dirigiu o longa Victoria (2008), o qual ela também estrelou. Este que  seu último trabalho no cinema.

O jornal New York Times descreveu Karina como "uma das grandes belezas da tela e símbolo duradouro da nova onda francesa". A atriz faleceu em consequência de um câncer.



Relembrando Lee Remick


A atriz Lee Remick foi lançada nos cinemas como uma aposta para substituir a atriz Grace Kelly, que havia abandonado o cinema para se casar com o príncipe de Mônaco. Porém, apesar de sua beleza, sua personalidade forte e talento a levaram para outros tipos de papéis.


Lee Ann Remick nasceu em 14 de dezembro de 1935, em Massachusetts. Sua mãe, Gertrude Margareth Waldo havia sido atriz de teatro, e seu pai era dono de uma loja de departamentos. Ela começou a estudar interpretação na escola, e posteriormente, frequentou o famoso Actor's Studios.

Ela estreou como atriz na Broadway em 1953, mesmo ano em que fez seu primeiro trabalho na televisão. Remick faria seu primeiro filme quatro anos depois, estreando em Um Rosto na Multidão (A Face in the Crowd, 1957), de Elia Kazan.

Lee Remick em Um Rosto na Multidão

Em seguida atuou em O Mercador de Almas (The Long, Hot Summer, 1958) e Fama a Qualquer Preço (These Thousand Hills, 1959). Mas foi como Laura Manion, a garota estuprada em Anatomia de um Crime (Anatomy of a Murder, 1959), que a atriz atingiu o estrelato.

Lee Remick e James Stewart em Anatomia de Um Crime

No ano seguinte voltou a atuar sob direção de Elia Kazan em Rio Violento (Wild River, 1960), ao lado de Montgmomery Clift. Na década de 60 fez muitos filmes, e também trabalhou em filmes feitos para a televisão. 

Sob direção de Blake Edwards, interpretou a esposa alcoólatra de Jack Lemmon em Vício Maldito (Days of Wine and Roses, 1962), que lhe valeu sua única indicação ao Oscar. A atriz Bette Davis, que também havia sido indicada naquele ano, por O Que Teria Acontecido com Baby Jane? chegou a declarar que a atuação de Remick a surpreendeu tanto, que se tivesse que perder o Oscar para alguém seria para ela. Porém, a vencedora daquele ano foi a atriz Anne Bancroft.

Com Edwards ela também faria o suspense Escravas do Medo (Experiment in Terror, 1962).


Jack Lemmon e Lee Remick

Quando Marilyn Monroe foi demitida do inacabado Something's Got to Give, Remick foi escalada para substituir a atriz, mas Dean Martin se recusou a continuar no projeto sem a atriz, que faleceria pouco tempo depois.

Em 1966 Remick ganhou um prêmio Tony por seu trabalho na Broadway. Ao lado de Steve McQueen atuou em O Gênio do Mal (Baby the Rain Must Fall, 1965).


Na década de 70 trabalhou mais na televisão, mas brilhou no clássico A Profecia (The Omen, 1976), onde ao lado de Gregory Peck interpretou a mãe de Damien, o anti-cristo. 

Lee Remick, Gregory Peck e Harvey Stephens em A Profecia

Também atuou ao lado de Charles Bronson em O Telefone (Telefon, 1977). Ainda atuaria nos filmes Os Europeus (The Europeans, 1979), A Competição (The Competition, 1980), Tributo (Tribute, 1980) e Conflitos Íntimos (Emma's War, 1987), além de fazer muitos trabalhos na televisão.

Seu ultimo trabalho como atriz foi Passaporte Para o Inferno (Dark Holiday, 1989), também feito para TV. 

Norma Aleandro e Lee Remick em Passaporte Para o Inferno

Em 02 de julho de 1991, vítima de câncer de rim, com apenas 55 anos de idade.


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